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domingo, 15 de outubro de 2017

5 MOTIVOS PARA CRIAR UMA PÁGINA NO FACEBOOK PARA SUA RÁDIO

Hoje em dia é bem difícil encontrar uma empresa que não tenha um site. E no caso das rádios não é diferente. No entanto, os tempos mudam, novas tecnologias chegam e as empresas precisam se modernizar.

E uma das características dos novos tempos é o Facebook. Pessoas de todo o mundo têm um perfil nessa rede social e, por meio das fanpages, as empresas também conseguem se inserir nela.

Por isso, se sua rádio ainda está fora do Facebook, confira 5 motivos que vão convencer você a criar um perfil para sua empresa.

1. Todo mundo está no Facebook

Falando assim parece exagero, não é mesmo? Você deve estar se perguntando: será que todo mundo está no Facebook? Antes de chegar a alguma conclusão, confira alguns dados atualizados sobre essa rede social:

– O Facebook tem 1,19 bilhão de usuários em todo o mundo;

– Só no Brasil, são 99 milhões de contas ativas. Isso significa que oito em cada 10 brasileiros que acessam a internet têm uma conta no Facebook;

– Um grande percentual dessas pessoas ouve rádio. E podem se tornar ouvintes da sua rádio especificamente;

– E por último: não é por acaso que marcas presentes no Facebook comprovam um aumento de sua visibilidade e reconhecimento em até 80%. Sabe por quê? Porque todo muno realmente está no Facebook.

Por isso, se você ainda tinha alguma dúvida sobre o alcance do Facebook, dê uma boa olhada nos dados acima.

2. O Facebook leva sua rádio além dos seus próprios limites

Quando uma estação de rádio cria uma página no Facebook, sua programação pode ser transmitida ao vivo na própria página. É por isso que a rede social é um canal multiplicador para a rádio.

Uma das maneiras de permitir aos seguidores escutarem sua rádio através do Facebook é utilizar nosso aplicativo de Páginas do Facebook, que permite adicionar o player da sua rádio em uma aba, dentro da sua página.

Quem curte a página de uma rádio pode optar por receber atualizações da estação para saber quais são as últimas novidades.

Além disso, muitas rádios postam vídeos de seus locutores em suas páginas de Facebook. Isso é vantajoso pelos seguintes motivos:

– Permite agregar imagem ao formato tradicional da rádio, indo um passo além do que essa mídia permite;

– Permite agregar a interatividade através da participação do público por meio da página do Facebook ao vivo.

Ou seja, com o Facebook, a rádio adquire imagem. E não é só isso. Páginas de estações de rádio já ativas na rede social também se beneficiam de recursos como:

– Postagem de fotos de eventos patrocinados;

– Postagem de informações sobre os locutores;

– Postagem de fotos de visitas de artistas à rádio;

– Postagem de fotos de pessoas famosas entrevistadas;

– Postagem de fotos de vencedores de promoções da rádio.

Além disso, essa rede social também pode ser usada para divulgar eventos da rádio, lançamentos e promoções.

Uma outra possibilidade do Facebook é a de criar uma comunidades de ouvintes da rádio em grupos. Diretamente conectados à página oficial de uma estação de rádio, essas pessoas se sentirão integradas ao trabalho da rádio.

3. O Facebook vai ajudar sua estação de rádio a melhorar todo dia

Devido a sua natureza interativa, essa rede social vai permitir que os ouvintes participem ativamente das transmissões de sua rádio. Essas participações podem ser do seguinte tipo:

– Sugestões: seja de artistas que os seguidores desejam ouvir ou até mesmo de temas do momento;

– Reclamações: sobre algo que os ouvintes queiram que a rádio melhore;

– Elogios: se a rádio passar por mudanças ou fizer algo novo, por meio do Facebook será possível receber o feedback do público;

– Avaliação: O Facebook permite que as pessoas que curtem a página avaliem a marca ou empresa com estrelas.

Todas essas informações podem e devem ser levadas em conta na concepção de cada programa diariamente, de modo a tornar sua rádio cada vez mais adequada ao gosto do público, gerando fidelização.

4. O Facebook transforma seguidores em fãs e divulgadores da sua rádio

O Facebook permite que os usuários compartilhem posts de seu interesse. Isso significa que, quando uma pessoa vê algo que considera de valor, seja por diversão, informação ou qualquer outro motivo, ela possa compartilhar com seus amigos.

Quando um conteúdo é compartilhado, chega até pessoas conectadas entre si pela rede social. Isso cria um efeito de viralização que leva as mensagens a um grande de número pessoas. Esse efeito pode ser de extrema utilidade para uma rádio. Veja os motivos:

– Apresenta a rádio às pessoas que ainda não a conhecem;

– Divulga a programação da rádio, atraindo a audiência de pessoas que já são ouvintes e de ouvintes em potencial;

– Divulga a própria existência da página da rádio no Facebook, que poderá ser curtida e seguida pelos interessados;

– Divulga promoções que podem servir para fidelizar ainda mais os ouvintes ou para atrair novos.

5 – O Facebook permite que você anuncie sua rádio para o público-alvo de seu interesse

Como se não bastassem os seguidores que divulgam seus posts por gostarem do conteúdo, o Facebook ainda permite que você faça posts pagos.

Anunciar sua estação de rádio no Facebook por meio de posts pagos é uma boa ideia. Isso porque os anúncios podem ser direcionados por cidade, sexo, faixa etária e outros critérios de seu interesse. Assim, você poderá dirigir uma mensagem certa a um segmento específico.

Além disso, 49% das empresas que anunciam no Facebook apresentam retorno de investimento de 5 vezes ou mais. E, ainda, os anúncios feitos pelo Facebook têm um custo 35% menor do que a média das outras mídias online com a mesma abrangência.

Esses são apenas alguns dos motivos pelos quais sua rádio precisa ter um perfil nessa rede social. Ao usá-la, no dia a dia, você irá perceber mais vantagens que ela trará, de acordo com a interação e feedback dos ouvintes.

Se você já tem um perfil para sua rádio, compartilhe com a gente quais vantagens que teve com o Facebook até agora.

FONTE: BRLOGIC

AUTOR: MEGA MÍDIA

DESCUBRA A DIFERENÇA ENTRE UMA RÁDIO ONLINE E UMA RÁDIO DIGITAL

O rádio está entre os canais de comunicação mais antigos conhecidos na história da humanidade. Apesar de ter se tornado popular apenas no começo do século XX, ele foi criado no final do século XIX, antes mesmo da própria eletricidade. De lá para cá, o rádio sofreu transformações para acompanhar o desenvolvimento tecnológico.

No entanto, isso não quer dizer que diferentes formas de se fazer rádio não possam coexistir, como é o caso da rádio online e da digital. Cada uma delas tem suas próprias características, assim como vantagens e desvantagens.

Conheça agora quais são as diferenças entre a rádio online e a digital e veja como, mesmo diferentes, cada uma delas pode ser útil (e até complementar) nos dias de hoje.

O que é a rádio online?

Com a chegada da internet, novas possibilidades surgiram para a comunicação. E, uma delas, é a rádio online, que também é conhecida como web rádio.

Mudando a forma de transmissão feita até então, a rádio online utiliza o streaming pela internet para chegar aos seus ouvintes em tempo real.

Pelo fato do acesso aos programas depender apenas da conexão com a internet, pessoas de diferentes lugares do planeta, independentemente de onde estejam, podem ouvir a mesma web rádio.

Funcionando de maneira totalmente online, a web rádio pode transmitir programas ao vivo ou até mesmo gravados. Além disso, outro grande avanço nesse formato é o maior alcance de audiência, visto que ela não está restrita a uma determinada região.

A rádio online ajuda na redução de custos

Uma vantagem da rádio online é o baixo custo necessário para o seu funcionamento. Como ela depende apenas da internet, o valor gasto para a transmissão é bem menor do que nas rádios digitais, por exemplo.

Na prática, isso significa uma boa economia para quem quer empreender, criando seu próprio veículo de comunicação. Ou, ainda, pode ser uma alternativa viável para quem está determinado a reduzir custos.

A redução nos custos é possível porque o material utilizado para a implantação de uma rádio online é bem menor quando comparado a outros formatos de rádio. Nesse caso, além da voz, será necessário apenas um computador conectado à internet e um fornecedor de streaming.

A rádio online dispensa autorização do governo para funcionar

Enquanto as emissoras analógicas precisam atender às exigências da legislação, a rádio online não necessita de licenças ou registros oficiais para poder funcionar.

No entanto, nem por essa ausência de documentação a web rádio é considerada ilegal.

E a rádio digital, o que é?

A rádio digital utiliza ondas eletromagnéticas para a transmissão do som. Ela tem semelhanças com o formato analógico, mas as diferenças são bastante expressivas. Esse formato começou a ser testado no Brasil no começo dos anos 2000. E em 2010, o Ministério das Comunicações publicou uma portaria listando os pré-requisitos nos quais o sistema SBRD (Sistema Brasileiro de Rádio Digital) deveria se enquadrar.

Enquanto no formato analógico o áudio tem seu sinal modulado em FM ou AM, no digital o áudio recebe um tratamento diferente antes de ser transmitido. Ele é digitalizado para que sua sequência binária seja modulada. E, só após esse processo, ele estará pronta para ser transmitido.

Já as semelhanças com o formato analógico ficam a cargo da infraestrutura necessária para a transmissão. Isso porque tanto o formato analógico quanto o digital dependem de torres e antenas para chegarem aos seus ouvintes.

Rádio digital: uma melhoria do formato analógico

Dentre as melhorias incorporadas à rádio digital quando comparada ao estilo analógico, estão:

– Qualidade do áudio;

– Variedades de programações;

– Transmissão de dados;

– Menor potência para cobrir uma área;

– Otimização da transmissão.

Quais modelos de rádio digital existem hoje?

No mundo são diversos os modelos que existem. Porém apenas quatro deles são reconhecido pela União Internacional de Telecomunicações. Eles são:

– DRM (Digital Radio Mondiale);

– HD-Radio;

– DAB (Digital Audio Broadcasting);

– ISDB-Tsb (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial Sound Broadcasting).

Desses quatro modelos, apenas dois são compatíveis com padrão da radiodifusão digital existente no Brasil. Eles são: DRM e HD-Radio.

O DRM é mantido por um consórcio sem fins lucrativos, por rádios públicas, empresas privadas e também por centros de pesquisa. São esses mantenedores os responsáveis por desenvolver e aperfeiçoar esse formato.

Agora, o caso do HD-Radio tem uma procedência diferente. Ele é um sistema que é propriedade de uma empresa note-americana, a iBiquity.

Custos para manter uma rádio digital

As exigências da legislação brasileira para este formato de rádio são bem mais rígidas. Por conta disso, há necessidade de uma autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Na ausência dessa licença, a rádio pode ser considerada pirata e entrar para a ilegalidade.

Diferenças entre a rádio online e digital

Entre as diferenças mais significativas em relação aos dois estilos de rádio estão a forma de transmissão e o alcance de cada uma delas.

Em contrapartida, essas duas modalidades tem algo em comum: a qualidade.

Independente de qual tecnologia você utiliza em sua emissora (rádio digital ou rádio analógica), a rádio online sempre será uma extensão da sua emissora, levando seu sinal para qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.

FONTE: BRLOGIC

AUTOR: MEGA MÍDIA

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

COMO ACABAR COM A IMAGEM DA SUA RÁDIO

Você sabia que a sua rádio tem imagem? Isso mesmo! A imagem ao qual me refiro são as vinhetas e trilhas. Estas ferramentas sonoras mostram a sua cara para o mercado, seu nível de profissionalismo e seu comprometimento com a inovação do seu negócio.

Imagine uma Rede Globo colocando entre seus programas vinhetas ainda dos anos 80. Já pensou? Sair de um programa atual em HDTV para uma chamada trêmula em Betacam, som abafado, edições ultrapassadas com aquelas letras amarelas usadas antigamente. Completamente improvável, certo? Então porque ouvimos tantas rádios fazendo isso? É verdade, tem muita emissora que não dá a mínima importância à forma como o seu produto é apresentado aos ouvintes e anunciantes.

Alguns exemplos de “maus tratos” à imagem das rádios:

01) Não renove sua plástica nunca.

“Vinhetas e trilhas novas, pra quê isso? Nós já tocamos as músicas que o ouvinte quer! Qual o problema de ter as mesmas vinhetas há dez anos? É bom assim, porque o povo já está acostumado com elas.”

Não é preciso virar o dial de cabeça para baixo para descobrir emissoras que por anos (ou às vezes décadas!) não substituem suas produções. A desculpa acima é um disfarce para o comodismo. Esse sentimento, não tenha dúvidas, contamina toda a sua equipe, principalmente locutores. Nunca trocar a plástica é a certeza da mediocridade, afinal, “essa vinheta está no ar há tanto tempo, não é? Pra quê tirar?”. Acontece que uma plástica manjada automatiza o locutor. Quem é da área sempre percebe quando o profissional liga o piloto automático, fala sempre as mesmas coisas todos os dias, nunca inova. Porque? Por que a empresa que ele trabalha se mostra assim para ele todos os dias.

02) Use vinhetas grátis.

“Oba! descobri em um fórum um monte de vinhetas grátis! Pra que pagar se eu posso ter de graça? Tudo bem não ter nada personalizado, basta colocar o meu primo Gervásio falando o nome da rádio depois!”

Vinhetas grátis não apenas não valem o “preço” como diminui a credibilidade da sua rádio. Arquivos disttribuídos na internet com essas vinhetas normalmente são agrupadas com produções de várias origens: Um locutor que quer mostrar serviço e faz de graça, mas sem critério algum, alguém que deixa prova de voz em algum estúdio, e principalmente de vinhetas antigas alegremente surrupiadas de outras rádios, sejam de demos de produtoras ou gravações diretas do ar mesmo. Depois de retalhadas no estúdio de produção da sua emissora sobra não um pacote de vinhetas, mas uma colcha de retalhos, sem coesão e unidade. Vinhetas com volumes e equalizações diferentes, masterizações e qualidades sonoras distintas. A concorrência agradece quando comprar um pacote cantado de qualidade feito exclusivamente para ela, deixando a imagem da sua emissora no chinelo.

03) Não padronize o uso da sua plástica.

” Aaaah, as vinhetas estão no computador, cada locutor que se vire!”

Vinhetas não foram feitas para serem usadas de qualquer maneira. Se cada locutor as usarem de forma diferente a emissora estará de um jeito de manhã e outro à tarde. Sem falar na repetição de vinhetas, já que cada pessoa tem a tendência de escolher as suas preferidas e só tocar aquelas. Existe uma trilha ou vinheta específica para falar ao vivo com o ouvinte? Para notícias? Para entrada de break? Pois faça com que todos tenham um código de uso dos elementos sonoros da sua rádio. Usar indiscriminadamente sua plástica gera confusão não só entre os locutores como na própria audiência.

04) Pirateie/ troque vinhetas.

” Encontrei um site de uma produtora que tem uma demo com o mesmo nome da rádio que trabalho. Uau! Mas espera aí… o mp3 está em 64 kpbs, droga! Não tem galho não, a gente tenta melhorar no “soundifódi”

Uma face triste do rádio é quando ouvimos claramente que aquela vinheta foi pirateada. Isso acaba com a criatividade do rádio pois a motivo é simples: Se uma produtora ouve seu trabalho em inúmeras rádios sem ter recebido por isso, cada vez menos profissionais irão se dedicar à esse ramo. Menos produtoras significa menos pessoas criando para o rádio. Ainda bem que nesse ponto são poucas que recorrem à isso.

05) Não invista!

” Vinheta é despesa! É coisa desnecessária.”

A sua rádio encara a plástica como despesa ou investimento? Se for como despesa como você convence seu cliente que anunciar na sua emissora é um investimento e não uma despesa? Reflita.

06) Pense pequeno!

” Plástica bonita é coisa de rádio grande de São Paulo… “

Ah, você não investe na plástica da rádio, pois isso é para os grandes? É uma pena, pois assim você está perdendo uma grande vantagem competitiva, principalmente se existir uma rádio de rede na sua praça. O rádio é basicamente um meio de comunicação local, mas não significa que você deva diferenciar-se para pior com a rede na qualidade de suas vinhetas. Pelo contrário, igualando em qualidade, a sua emissora tem a vantagem de ter a identificação com a sua cidade, o que uma rede nunca vai poder oferecer.

07) Não divulgue a sua rádio.

” Nome da rádio? Pra quê? Eu sei o nome da rádio, os locutores também. Ah, os ouvintes já devem saber, certo?”

Errado. Já ouvi muita rádio por uma boa meia hora sem saber o nome da estacão. Nas vinhetas só havia a frequência! Como pode? Fora as vinhetas em que a qualidade é tão ruim que não há como simplismente entender o que se fala. Vinhetas “quase de graça” fazem mal à saude da sua rádio, mas claro que existem exceções. Ora, saber o nome da rádio é o básico. Lembre-se, seu ouvinte hoje é bombardeado com muito mais informações do que a 10 anos atrás. Tvs a cabo, jornais, revistas, outdoors, internet, mídias alternativas e muito mais. O nome da sua emissora disputa agora com um número muito maior de meios de comunicação e só existe uma forma de ser lembrado: Com uma boa plástica.

FONTE: BLOG DU RÁDIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

O LOCUTOR DE DEZ REAIS

Sempre existiu uma polêmica em relação ao locutor que grava por um valor “exageradamente acessível”, ou seja, 5 ou 10 reais por uma locução de 30 segundos. 

Segundo vários profissionais, esse preço provoca uma queda geral nos valores de toda a categoria. Outra reclamação é que não existe nenhuma triagem de quem tem ou não condições e capacidade para exercer o metier, ou seja, existem milhares de “pára-quedistas” falando errado, gravando mal e se dizendo locutores, distorcendo a imagem do que é o verdadeiro profissional.

Argumentos fortes, e devo dizer que concordo com eles. Imagino algum cliente, ao telefone, dizendo “Seu preço é muito caro, eu já consegui o mesmo serviço por 10 reais”. Sim, atire o primeiro headphone quem nunca passou por situação semelhante. Mas uma coisa é a teoria ou o que gostaríamos que acontecesse, e outra é a prática, também conhecida como “realidade nua e crua”.

01) Em economia existe a oferta e demanda. 

Oferta é o número de locutores loucos para soltar a voz e vender algum produto ou serviço. 

Demanda é o número de empresas que anunciam e precisam ter uma voz para divulgar a sua mensagem. 

O primeiro grupo, ao crescer exponencialmente, perde seu poder de barganha, graças à concorrência entre os profissionais. Lembre-se que o segundo grupo sempre terá um crescimento menor. O princípio é o mesmo que faz um aparelho de DVD custar em seu lançamento 2500 reais e hoje o valor do mesmo produto ser de apenas 149 reais em 10 vezes nas Casas Bahia. Essa é a famosa “mão invisível do mercado”.

02) O preço varia de uma região à outra. 10 reais é baratíssimo em São Paulo, mas condizente para uma cidade de 5000 habitantes. Os intermediários em cidades menores também diminuem, deflacionando o preço. Não existem praticamente agências de publicidade e o valor é combinado diretamente entre as partes, em muitos casos nem em dinheiro, mas em produtos. O Brasil é muito maior e inóspito do que a gente imagina.

03) O valor mínimo para locução é uma batalha perdida. Enquanto escrevo este post, 30 locutores estão comprando um B1 da Behringer à prestação, planejando montar seus estúdios e ganhar um extra. A facilidade de tecnologia nivela os preços por baixo. Não só em nosso meio mas em todos os setores da economia.

04) Para muitos, locução é a complementação do salário. Imagine um locutor de uma rádio do interior ganhando 460 reais. Aumentar esse salário, que seja 200 reais (20 spots) é uma benção. Não podemos de forma alguma condená-lo.

05) Uma coisa eu sei: Cada preço tem o cliente correspondente. Quem quer pagar 10 reais acha locutor que cobra 10 reais. As exigências vão aumentando ao mesmo tempo que o cachê. Infelizmente, subir no topo da pirâmide é muito difícil, mas essa dificuldade existe em todas as profissões.

06) Existem locutores ruins de 10 reais? Claro! Mas não são todos. Conheço alguns MUITO BONS que cobram isso (na verdade cobram um pouco mais).


07) Estratégia: Vender 10 comerciais por dia e ganhar 100 reais (semana = 700 reais) ou cobrar 100 reais e esperar uma semana para conseguir um cliente? TODOS já tiveram que pensar nesses termos. Quem vai decidir se você fez a opção certa é o seu cliente. Escolha a sua forma de trabalho e seja feliz.

08) Isso abaixa o valor geral da locução no mercado? SIM. E não há nada que possamos fazer. A tecnologia traz facilidades e dificuldades. Nossa única alternativa é nos adaptar à ela.

FONTE: BLOG DU RÁDIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

O PROFISSIONAL DESATUALIZADO DO RADIO


Provavelmente você conhece alguém assim. Pior, é possível que ele tenha sido (ou seja) seu chefe. 

Reuni algumas características de pessoas que perderam o bonde da história no que diz respeito ao rádio. Não é de forma alguma uma condenação ou execração pública de quem quer que seja, mas sim uma forma de chamar a atenção para uma auto-avaliação pessoal de um comportamento como ser humano e profissional.

01) Inventa inimigos externos.

O profissional desatualizado sempre elege como culpado algum fator externo pelo qual ele não tem o controle. Assim é mais fácil transferir a culpa ou responsabilidade de seus atos. 

Já que este é um blog de rádio, vemos muitos profissionais condenando as gravadoras como se as mesmas fossem as causadoras do mal maior. 

“Gravadoras-exploradoras-capitalistas-selvagens-imperialistas-manipuladoras-do-pobre-ouvinte”: 

Esta é uma cantilena frequente na boca dos saudosistas (outro item deste texto) sobre a atual situação do rádio. Falam isso como se eles não fossem parte integrante do rádio e navegassem ao sabor de suas ondas. Ora, não existe UM fenômeno musical lançado no Brasil (e no mundo) que não tenha por trás um grande investimento de gravadora, da bossa nova ao rock, do sertanejo ao funk. Como vocês acham que os Beatles chegaram ao estrelato (merecido, diga-se de passagem) com suas economias pessoais ou com um esquema milionário da EMI?

02) Tem pouca adaptabilidade.

Em resumo: O mercado tem que se adaptar a ele e não ele ao mercado. Mais do que nunca, o profissional do rádio deve ser polivalente. É uma exigência profissional conhecer todos os aspectos do rádio como locução, produção, programação, comercial, etc. 

Um ex-diretor artístico de rádio pop no passado pode passar a ser um locutor de uma estação popular hoje, por exemplo. Quem diz “Eu jamais vou trabalhar em radio brega” pejorativamente, meu conselho é que abra um açougue. Profissional de rádio com “P” maiúsculo anuncia tão bem Calcinha Preta como Simple Plan. O profissional desatualizado geralmente só consegue fazer um tipo de rádio e tem uma visão limitada do setor.

Em nosso meio não tem como prever todos os cenários. Mas há uma certeza, a de que não temos certeza nenhuma. O mercado de rádio hoje é extremamente volátil. As mudanças acontecem rápido e não há mais dúvidas: É você que tem que mostrar que o rádio precisa de você e não o contrário. A era do emprego eterno acabou há vinte anos.

03) Ignora as novas tecnologias e a concorrência.

O rádio passa por profunda modificação mas o profissional desatualizado ignora isso. Novas plataformas de mídia nascem em um ritmo alucinante enquanto nosso amigo acha que “site de rádio é um negócio supérfluo”. 

Sim, os dinossauros ainda não morreram. A classe C comprando PCs como nunca, conhecendo assim outros universos e formas de comunicação. O público alvo interagindo e influenciando cada vez mais o conteúdo consumido. A concorrência com meios alternativos (Tvs in door, webrádios, canais a cabo, etc.) aumentando de forma vertiginosa e o diretor acha que a rádio vai chamar a atenção por si só. Não vai. 

Não há como o público-alvo absorver toda a quantidade de informações. Recebemos em média 500 mensagens publicitárias por dia o que torna nossas escolhas de marca mais seletivas.

04) É profundamente saudosista.

OK, confesso. Eu sou saudosista. Mas uma coisa é ter o privilégio de possuir experiências que constroem seus valores e olhar para frente, outra é se prender ao passado, recordando antigas glórias, e viver enclausurado nele. 

Ser saudosista é bom, mas não quando atrapalha o presente. Frases como “Rádio bom mesmo era nos anos 80!” demonstra que o profissional não se encaixou no atual mercado radiofônico onde a demanda por soluções criativas e eficientes é fundamental. 

Não digo que o rádio dos anos 80 não era bom, muito pelo contrário, mas hoje a música, o público e o rádio mudaram. A tecnologia influi diretamente na forma como o rádio deve ser administrado, para o bem e para o mal. 

Atualmente o ouvinte é muito mais difícil de ser conquistado devido à maior concorrência. O mercado está fragmentado, ou seja, para você chamar a atenção da audiência para a sua marca, o investimento em publicidade e fidelização são enormes.

05) Se considera um guru, o salvador das rádios.

O profissional desatualizado geralmente considera a sua verdade como a única e verdadeira para a salvação do rádio. Já vi em um fórum uma espécie assim separava as pessoas em duas categorias: 

As que preservavam e amavam o rádio (que coincidentemente concordavam com seus argumentos) e o resto, que tinha por objetivo acabar com o meio, eram corrompidas “por tudo o que está aí”. Esse caso, a meu ver patológico, tem outra característica, odeia ser contrariado e não vacila em atacar a jugular usando as piores estratégias como a desqualificação do “oponente”. Cuidado com esses elementos.

06) Fala mal de rádios exclusivamente pelo formato.

Essa é geralmente outra característica do profissional desatualizado. Ele só consegue trabalhar com um formato de rádio, e parte para desqualificar os colegas que estão em emissoras cujo o estilo musical não o agrada. Simples assim. 

Acredito que o bom radialista seja aquele que compreende e absorve todas as linguagens do público que ouve rádio. Assiste com o mesmo interesse um documentário do Discovery Channel como o show de calouros do Raul Gil, porque ambos lhe trarão subsídios para suas escolhas em seu universo de trabalho. Quem trabalha em rádio deve ficar antenado 24 horas por dia pois perder uma tendência ou movimento de sua audiência significa estar na lanterna do mercado radiofônico.

Enfim, o profissional desatualizado me lembra uma Ollivetti. Para os mais novos, essa máquina de escrever era a “ferrari” de sua época. Visual italiano, motor elétrico, som inconfundível das teclas martelando o papel. Onde estão as Olivettis hoje? Foram implacavelmente engolidas pelos impessoais e silenciosos computadores, muito mais eficientes.

Você seria uma Olivetti hoje?

FONTE: BLOG DU RÁDIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

terça-feira, 10 de outubro de 2017

OS 15 MAIORES ERROS DE ALGUMAS RÁDIOS BRASILEIRAS

1. Botar qualquer um no ar para falar;

2. Tocar todos os tipos de música em todos os horários;

3. Pagar locutores por comissão de vendas, não por salário;

4. Achar que só tocar música dá audiência;

5. Entrevistar determinados políticos para receber regalias mais tarde;

6. Falar bem da sua cidade quando a prefeitura é anunciante;

7. Falar mal da sua cidade quando a prefeitura não anuncia;

8. Copiar a concorrência, ao invés de fazer melhor;

9. Transmitir futebol em FM nos mesmos moldes da AM;

10. “Prostituir” o espaço comercial;

11. Utilizar equipamentos ultrapassados;

12. Esquecer da internet;

13. Priorizar o faturamento, depois a qualidade;

14. Contratar locutor que não gosta do que faz;

15. Fazer todo dia a mesma coisa.

FONTE: BLOG DU RÁDIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

ACAERT DISPONIBILIZA "MANUAL DE REVOGAÇÃO DE OUTORGAS"

A Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERT) está disponibilizando ao associado o “Manual de Renovação de Outorgas e Alterações Contatuais: Passo a Passo e Documentação Necessária”. O material pode ser baixado gratuitamente por meio deste link.

A publicação foi elaborada em conjunto pelas assessorias técnica, coordenada pelo engenheiro Luiz Rosa dos Reis, e jurídica, coordenada pelo advogado Fernando Rodrigues Silva. O material e reúne as principais novidades após a publicação da Lei 13.424/17 e do Decreto 9.138/17, que desburocratizaram o setor.

No manual é possível consultar o passo a passo para alterações contratuais das emissoras localizadas em faixa de fronteira; alterações simples e transferências indiretas para emissoras que não estão em áreas fronteiriças; transferência direta (quando a outorga passa de uma para outra razão social); e as renovações de outorga, tanto no Ministério das Comunicações (MCTIC) como na ANATEL.

O e-book tem seis páginas e ajuda o radiodifusor a realizar as principais ações voltadas ao setor. Para ter o material gratuito, basta fazer o download aqui.


FONTE: TUDO RÁDIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

domingo, 8 de outubro de 2017

TIPOS DE LOCUTORES

Para descontrair, eu fiz uma listinha básica dos 15 tipos de locutores que existem por aí.

Locutor Estrela – Não precisa aprender mais nada. Só porque tem anos de experiência, acha sabe tudo. É um sujeito difícil de trabalhar.

Locutor Placa-mãe – Considera-se o melhor de todos. É praticamente o dono da rádio. Afirma que é ele que traz audiência para emissora.

Locutor Senha – Só faz o que quer. Só anuncia os produtos ou lojas que gosta. Poucos tem acesso a ele. Só fala com quem lhe interessa.

Locutor Banda Larga – Fala mais rápido os nomes das músicas do que narrador esportivo narrando um gol.

Locutor Linha Discada – Monótono, faz o ouvinte dormir. “Eu queria aproveitar.... né... então... quero aproveitar essa música...”

Locutor Orkut – É amigo de todo mundo. “Quero mandar um abraço pro meu amigo, o prefeito municipal João da Silva.”

Locutor E-mail – Fala demais e pouco se aproveita.

Locutor Funcionário Público – Não está nem aí para a rádio. Entra no ar, cumpre o horário e vai embora.

Locutor Telemarketing – Fala sempre a mesma coisa.

Locutor Costinha – Está sempre rindo.

Locutor Veludo – Dá uma tossida e imposta a voz para ficar mais grave.

Locutor Alarme – Grita mais do que fala.

Locutor Tapaburaco – Está no ar só porque ainda não encontraram outro.

Locutor Record – Não tem estilo próprio. Só copia.

Locutor Brasileiro – Este é o mais comum de todos, dá sempre um jeitinho pra fazer de tudo um pouco. De vez em quando, se aproveita da profissão para entrar de graça nos eventos.

O pessoal da Comunidade "Locutores" do Orkut lembrou de mais uns tipos:

Locutor chiclete - gruda no horário e acha que nunca mais vai sair do AR

Locutor porrada - mete o pau em todo mundo, mas não admite ser criticado. É o chamado dono da verdade...

Locutor love - só trabalha almejando conquistar as menininhas e até coroas desiludidas...

Locutor de fachada - Diz que é locutor profissional, mas nem sabe o que isso significa.Trabalha de graça, ou por qualquer trocado, isso quando não propõe a famosa "troca de vós".

No mundo virtual, está presente em todo lugar, alastrando-se como um vírus. Invade o mercado de trabalho alheio, sem nenhuma cerimônia, afinal precisa ficar "conhecido" a qualquer preço, ou até mesmo, sem qualquer custo. 

Figurinha carimbada, este indivíduo pode ser facilmente reconhecido, é só atentar para seu belo português, escrito, falado ou "locutado", não importa, já que em quaisquer modalidades ele é um verdadeiro FIASCO !

FONTE BLOG DU RÁDIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

SETOR DA RADIOFUSÃO TEM PROJETOS IMPORTANTES APROVADOS PELO CONGRESSO NACIONAL

Após forte atuação da ABERT e das associações estaduais junto aos parlamentares, o Congresso Nacional aprovou dois projetos considerados de extrema importância para o setor de radiodifusão. Os projetos que preveem o fim da propaganda partidária e o que diminui significativamente o tempo de propaganda eleitoral gratuita no segundo turno.

Na madrugada desta quinta-feira (5), a Câmara dos Deputados aprovou a extinção da propaganda partidária gratuita no rádio e na TV e a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. O texto originário do Senado Federal foi mantido, sem sofrer alterações na Câmara.

Com o fim da propaganda partidária e o consequente ressarcimento, o governo destinará para o fundo a somatória do valor da compensação fiscal das emissoras nos anos de 2016 e 2017. Caberá ao Tribunal Superior Eleitoral definir a quantia a ser repassada aos partidos políticos.

O Fundo Especial de Financiamento será composto também por 30% das emendas impositivas apresentadas pelas bancadas de deputados e senadores ao Orçamento Geral da União. A estimativa é de um fundo de R$ 1,7 bilhão em 2018.

Já o Senado Federal aprovou, no início da tarde, o projeto de lei que reduziu, pela metade, o tempo da propaganda eleitoral gratuita no segundo turno. Pelo texto aprovado, os programas em blocos passam de 20 minutos para 10 minutos, e nas inserções, de 70 minutos para 25 minutos.

Além de reduzir a propaganda eleitoral no segundo turno, o projeto também define a distribuição de valores do fundo eleitoral para os partidos políticos. Os dois projetos seguem agora para a sanção presidencial. Para valerem nas eleições de 2018, as alterações deverão entrar em vigor até o dia 7 de outubro.

Com informações da ABERT

AUTOR: MEGA MÍDIA

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

SAIBA COMO FAZER UM COMERCIAL DE RÁDIO FUNCIONAR

É muito difícil em apenas 30 segundos conseguir chamar a atenção do ouvinte e ainda conseguir convencê-lo da compra. Por isso eu desenvolvi, junto com dicas preciosas do produtor de áudio Gabriel Passajou (http://gabrielpassajou.com/), uma cartilha para orientar você de como um comercial de rádio deve ser para funcionar de verdade.

1. A melhor estratégia antes de começar a produzir o comercial é sempre conversar com o dono ou responsável da empresa. Procure saber como ele deseja o comercial, qual o estilo de locução ou trilha ele imagina que melhor representa seu estabelecimento.

2. Defina o objetivo do spot: se é para vendas diretas, para divulgar uma marca, para conhecer uma loja, convidar para um evento, etc.

3. O texto deve ser de acordo com o perfil do público–alvo.

4. Dê sugestões para o cliente ou para o redator de uma melhor colocação de palavras.

5. Mencione o nome do cliente várias vezes.

6. Use todas as suas armas para prender o ouvinte. Efeitos sonoros, música, vozes engraçadas e imitações. Mas cuidado com muita explosão ou laser para não poluir a mensagem.

7. Cuidado com pronúncia de nomes, e com erros gramaticais, principalmente concordância verbal e nominal.

8. Use linguagem simples. Quanto menor as frases, maior a possibilidade de uma boa interpretação do locutor. Espremer um texto de 45 segundos em 30 também é sempre um desastre.

9. Nunca tente “forçar a barra” quando o texto e o locutor escolhido não combinam.

10. Vá direto ao ponto! Diga o que o ouvinte espera na primeira frase. Uma promoção, por exemplo. Outra opção para começar o spot é com uma pergunta. “Está precisando de um colchão novo?”

11. Use palavras como “Agora” e “Hoje” quando anunciar uma venda. O rádio é o melhor veículo para evidenciar o imediatismo. Use esse poder.

12. Explore também a imaginação do ouvinte. “Ilustre” a sua mensagem com detalhes especiais.

13. Use palavras que levem emoção. Toque direto no coração do ouvinte.

14. Divulgue apenas um número de telefone, mesmo se existirem vários. Se você citar 2 telefones, o ouvinte não decora nenhum.

15. Crie frases novas.

16. Feche a mensagem induzindo o ouvinte a comprar.

17. Depois do comercial pronto, ouça bem baixinho, simulando a situação real de alguém ouvindo rádio como som ambiente. Se a voz está audível, clara e transparente; o comercial está bem feito.

FONTE: BLOG DU RÁDIO

AUTOR MEGA MÍDIA