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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

EMISSORAS JÁ PODEM DEFINIR PROGRAMAÇÃO LIVREMENTE

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou o acórdão do julgamento da ação direta de inconstitucionalidade (ADI 2.404) apresentada pelo PTB, com apoio da ABERT, contra dispositivo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que classifica como infração administrativa a transmissão de programa de rádio ou televisão em horário diverso do autorizado pelo Ministério da Justiça.

Com a publicação da decisão, as emissoras já podem definir livremente a programação diária, desde que sinalizem a classificação indicativa do conteúdo.

O STF considerou que o vínculo de horário conflita com as liberdades de manifestação de pensamento, da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, asseguradas na Constituição Federal, que não se submetem a qualquer espécie de “censura ou licença”.

AUTOR: Abert

domingo, 13 de agosto de 2017

SAIBA COMO MONTAR UMA RÁDIO

Apesar da popularidade da Internet, muita gente ainda prefere o rádio como veículo de comunicação e entretenimento. Há locais em que uma rádio é o mais indicado para se informar, como no trânsito, enquanto pratica esportes ao ar livre ou simplesmente por mero prazer de não precisar ler nada, apenas ouvir relaxado música ou o que lhe importa.

Por muito tempo, se informou que as rádios seriam extintas do mundo perdendo local para a Internet, mas até esta acoplou este veiculo de comunicação com as rádios online.

Muitas pessoas possuem o interesse em montar uma rádio, seja ela FM ou não, mas não sabem exatamente como ingressar nesse ramo de atividade. Antes de tudo, é importante ter em mãos algumas informações para não entrar em furada e fazer o investimento certo. 

Primeiro, saiba que um veículo de comunicação precisa ser legalizado conforme as leis de comunicação do Brasil, ou caso contrário será considerado informal e pode ser multado ou fechado. Se for uma rádio comunitária, precisa ser listada como tal.

Montar uma rádio não é um processo rápido e envolve bastante informação. É preciso caminhar no processo ao lado de um profissional da comunicação, que irá lhe fornecer informações básicas para sobre grade de programação, como contratar profissionais, músicas a escolher, chamadas, vinhetas, como colocar anuncio, entre outros pontos importantes para fazer a rádio funcionar de fato.

Caso você queira entrar neste ramo de empreendimento, veja a seguir como investir e saber o passo a passo para abrir uma empresa de rádio, que não é difícil e pode ser bem lucrativo caso seja programado para tal, bem como uma boa diversão e veículo de informação do seu bairro, caso assim o queira.

Aspectos Técnicos ao montar uma rádio

Os empreendedores de uma rádio devem possuir disponibilidade e dedicação para levantar todos os aspectos técnicos que incluem recursos como aparelhagem, equipamentos e até mão de obra técnica.

Outro aspecto também igualmente importante é quanto a potência da Radiofusora que dependerá de aspectos tecnológicos, tudo isso deverá ser analisado pelos montadores da rádio.

Tipos de rádio que podem ser montadas

Você deve definir antes de partir para montar uma estrutura básica qual o tipo de rádio que será aberta: se comunitária, comercial ou voltada à educação, pois as exigências jurídicas são muito rigorosas quanto a esse aspecto da característica. 

Para quem não sabe, uma rádio comunitária tem o objetivo maior de atender a comunidade e fazer uma programação completamente montada para ela, a fim de trazer diversos benefícios para os que moram ali. Censura e valorização da cultura local são pontos muito valorizados nesse tipo de rádio.

Já uma rádio voltada para a educação, deve ter programas só para esse fim e ainda contar com parcerias para sua atuação. Essas ligações podem ser feitas com o Governo Municipal, empresas ou organizações da sociedade civil. Há ainda rádios musicais, apenas informativas em sistema de notícias, rádios populares com músicas das paradas de sucesso e rádio web, que tem como mudança apenas o veículo o qual ela será transmitida.

É o modelo de rádio que você escolher que vai definir qual o seu público-alvo e quem irá lhe ouvir. Ela pode ser local, nacional ou se for comunitária apenas em seu bairro. O público-alvo é importante para saber por questão de lucros, no caso com anunciantes, perfil dos profissionais envolvidos na programação, grade de programas, entre outros.

Localização ao montar uma rádio

A rádio não poderá se situar em casa, pois o acesso de pessoas costuma ser intenso em uma rádio e o Alvará de funcionamento, mesmo sendo temporário pela lei, não permite que nenhum empreendimento funcione em casa quando o fluxo de pessoas é mais intenso.

O local também deve ser seguro e, além disso, deve estar situado em um local que proporcione operacionalidade.

Uma boa dica para encontrar o lugar ideal é procurar um corretor de imóveis de confiança ou uma imobiliária, ambos poderão ajudar e lhe oferecer a melhor opção por um preço mais em conta.

A localização vai depender mesmo do modelo. Rádios comunitárias costumam serem montadas em casas, desde que se tenha o equipamento necessário para a transmissão, bem como as rádios web. No mais, não é preciso ter uma localização em zona urbana para ter uma rádio, apenas um espaço em que a torre de transmissão funcione bem.

Público-alvo ao montar uma rádio

A rádio comunitária será ouvida pela comunidade local e deverá atender as necessidades dessa comunidade, portanto deverá estabelecer um canal direto com essa comunidade que deverá fazer da rádio um meio de comunicação para fazer seus anúncios, recados e até denúncias.

Fazer promoções de ingressos de shows ou teatros, por exemplo, pode ser uma ótima forma de aumentar a participação dos clientes.

Equipe de uma rádio

Uma rádio para funcionar deve contar com uma equipe de radialistas. Os radialistas são profissionais que possuem conhecimentos técnicos e formação acadêmica para atuarem em rádios. Esses profissionais podem ser técnicos operadores de áudio, locutores, redatores, repórter de campo e outros profissionais.

A rádio pode contar ainda com um profissional que é o monitor dx, esse profissional tem a função de ouvir as transmissões à distância e informar ao operador a qualidade de áudio diariamente ou em situações indispensáveis.

Será também necessário um Programador musical, que será responsável pelo repertório da rádio.

Pesquisa de Mercado

Na verdade, no caso de Rádiofusoras, deveria ter uma pesquisa de ouvintes que desse aos profissionais da rádio uma ideia de quem são seus ouvintes, sua faixa etária, seus gostos, seus hábitos e assim poder organizar a programação da rádio de forma que essa programação tenha a adesão, participação e audiência dos ouvintes.

As rádios estão sempre promovendo programas que possuem em seu quadro interações com os ouvintes, isso porque diante do número de participações ela consegue identificar entre outros fatores se a rádio está sendo ouvida e se a programação encontra adesão dos ouvintes.

Poderá também organizar pesquisas de opinião a fim de saber como melhorar as audições.

Dicas do Negócio para montar uma rádio

A rádio para obter sucesso e encontrar adesão deverá seguir os princípios:

Interação popular – a rádio deve ser um canal popular e ainda desempenhar um papel público e social, divulgando campanhas de interesse público como: campanhas de vacinação, campanhas contra drogas, contra dengue e outras.

Liberdade de expressão – pela constituição, a Liberdade de Expressão consiste em expor o que se pensa, sendo apenas vedado o anonimato, ou seja, o ouvinte deve dizer quem ele é sob o risco de ao dizer a sua opinião ser confrontado.

Compromissos comerciais – as rádios que pretendem existir de forma comercial e obter lucro com sua atividade, devem estabelecer um horário para propaganda e outro para a programação musical com a participação de ouvintes.

Algumas rádios possuem também contratos com gravadoras e por isso precisam falar sobre os lançamentos musicais.

Ideologias – A não ser que uma rádio seja voltada a uma religião específica, ou seja, rádio católica, rádio evangélica, a rádio deverá ser ecumênica e promover os vários eventos religiosos noticiando sem discriminação.

Organização do processo produtivo em uma rádio

A rádio deverá organizar sua programação diária que contará com um roteiro planejado de atividades e execução que levará em conta os aspectos técnicos e de Comunicação Social. Podem ser organizados noticiários e programações musicais com estilos de músicas variados, cada estilo em horário e programa específico. Também deverão ser transmitidos os anúncios de interesse público e os comerciais.

A rádio também poderá organizar campeonatos de música e outros eventos como oportunidade para artistas mostrarem o seu trabalho. O importe é diversificar a programação e torná-la interessante.

Receitas de uma rádio

A receita gerada pela rádio vem dos anúncios patrocinados pelos comerciantes e empresários em geral. A receita também poderá ser gerada pela venda de camisetas e adesivos com o nome da rádio, com a promoção de eventos como shows e festas e outros.

Os shows e festas poderão ser eventos patrocinados pela rádio e ao mesmo obter receita para a mesma.

Para organizar o seu orçamento a rádio poderá organizar um plano de contas simplificado para tomada de decisões.

Vendas – Aqui poderá se enquadrar os anúncios e outros eventos que proporcionam receita.

Locação – se houver equipamentos ou espaço a serem alugados.

Aplicações – se houver aplicações para futuros rendimentos.

Despesas

Fixas – as despesas fixas serão as despesas com água, luz, telefone, saláriose todas as despesas que deverão ser pagas todo mês.

Variáveis – as despesas variáveis são aquelas que variam com a operação, ou seja, despesas com materiais diretos e indiretos que são usados nas locuções.

Melhorar as vendas é sempre algo que desejamos, por isso, montamos exclusivamente este artigo sobre como vender mais e melhor!

Investimentos ao montar uma rádio

Uma rádio fará investimentos com estrutura, com aparelhagem de som e equipamentos. Compõem a aparelhagem as mesas de som (mixers), que são diferentes das mesas usadas por bandas musicais. As mesas devem ter entradas de som. São usados também Processadores de linhas e periféricos.

Para uma rádio funcionar, mesmo que seja pequena, é preciso ter um capital inicial de investimento de ao menos R$ 20.000,00. Alguns aparelhos necessários são uma mesa de som com quatro a oito canais, dois microfones, tocadores de cd e um mixer de dois a quatro canais. Os equipamentos podem ser comprados ao longo do tempo, contudo, a mesa e o mixer são muito importantes, eles devem estar presentes desde o primeiro dia.

Equipamentos necessários para montar uma rádio

A rádio, para o funcionamento normal das operações, utilizará equipamentos como:

Processadora de linhas (ONIX MM-800)

Mesa de som processadora de periféricos (GEMINI PS-727)

Microfones de boa qualidade

Sintonizador digital e estéreo para monitoração

Transmissor FM homologado – melhor se for industrializado e com procedência confiável

Antena calibrada devidamente

Minidisc – para facilitaçãodas vinhetas da rádio.

Transmissor e Antena

Seja qual for o formato de sua rádio, os equipamentos são os mesmos e são eles:

Uma mesa de som ou mixer, o principal equipamento neste modelo de negócio, que irá acoplar e ligar as diferentes fontes de som como microfones, CDs, computador, entre outros. Ela pode ser nova ou usada e pode ter ligações com uma linha telefônica para receber ligações no ar.

Computador atualizado e com bom processamento, para editar as entrevistas, transmissões, ajustar a grade de programação, mixar CDs, enumerar e listar as músicas, entre outras funções. Com isso, você vai precisar também de um bom software de automatização de rádio, para poder organizar a programação, a grade de programas e músicas do veículo. Existem vários online tanto para comprar como para download gratuito.

Ter microfones é essencial em uma rádio, que precisa ser de boa qualidade e moderno, evitando ruídos na programação. Tenha também fones de ouvido para que os locutores e participantes possam se ouvir como está indo ao ar o programa.

É preciso ainda para Montar Rádio FM fazer a compra de equipamento de monitoramento, para poder ouvir a transmissão como realmente está saindo ao ar. Se monitorar só o sinal que sai da mesa de som, pode ser que o transmissor não esteja funcionando e você nem fica sabendo ou um microfone esteja com problema, entre outros pequenos detalhes.

Para o ambiente da rádio em que as pessoas falam, é preciso ter alto-falantes e caixas de som na cabine de controle, para que o radialista manipulando os equipamentos possa monitorar as informações e ouvir tudo o que é dito na outra sala. E o básico e não menos importante são leitores de discos compactos CD para tocar as músicas ou gravações nas rádios. No mais, apenas mesas e cadeiras confortáveis para quem for trabalhar na sua rádio.

Já montada a estrutura, o próximo passo é contratar um técnico de eletrônica ou engenheiro em telecomunicações que serão responsáveis por vender o transmissor e a antena. Esses profissionais também definirão qual é a frequência no FM que está vaga sem que haja interferências.

Estrutura de uma rádio

A rádio deverá contar com uma estrutura que inclua:

Estúdio – o estúdio deve possuir qualidade de som e um sistema operacionalizado de forma que o som externo ao estúdio não entre na parte interna. Ele costuma ser cercado por paredes de vidro e possui:

Gaiola de locução – para o funcionamento da gaiola, o espaço deverá contar com isolamento acústico, iluminação com filamentos, carpetes e mesa para serem ocupadas por outras pessoas, microfones fixos e telefone com busca de linhas coloridas.

Cabine De Controle Técnico- deve estar situado a frente da gaiola de locução, ter boa ventilação, iluminação em filamentos e não é necessário possuir isolamentos acústicos.

O outro componente da estrutura da rádio é o abrigo do transmissor – que deve ficar situado longe da gaiola de locução e cabine de controle técnico para não para evitar essas interferências de som.

Tributação de uma rádio

Para montar uma rádio os participantes deverão saber quais seus direitos e deveres e as legislações e normas específicas para o setor radiofônico. Entre os deveres estão o de recolher os tributos que cabem a rádio.

Para uma rádio é exigido o imposto ICMS segundo a legislação fiscal do Brasil:

ICMS – O imposto, de competência da União, sobre serviços de transportes e de comunicações, tem como fato gerador:

II – a prestação de serviço de comunicações, assim se entendendo a transmissão e o recebimento, por qualquer processo, de mensagens escritas, faladas ou visuais, salvo quando os pontos de transmissão e de recebimento se situem no território de um mesmo Município e a mensagem em curso não possa ser captada fora desse território.

Portanto desde que a transmissão não atravesse o município, a rádio está desobrigada de pagar o imposto.

Documentação para abrir uma rádio

Para conseguir fazer uma rádio sair do papel e ir aos ouvidos de todos, é preciso ter uma outorga para rádio comercial, que é de responsabilidade do Ministério das Comunicações, a que concede os serviços de rádios comunitárias e educativas são da Presidente da República.

Se for uma rádio comunitária, é preciso registrar o veiculo de comunicação na Associação Nacional de Rádios Comunitárias nacionais ou do seu Estado apenas para que ela seja considerada oficial e relevante e receba apoio da instituição em caso de problemas.

Quando se trata de documentação, é aconselhável que você saiba exatamente os documentos para abrir uma empresa.

Como ganhar dinheiro com uma rádio

A grande pergunta de um investidor que não quer montar uma rádio por apenas amor ao veiculo é: como ganhar dinheiro com uma rádio? Basicamente por anúncios. São os anúncios, os spots pagos, que geram a renda em uma rádio. O empresário ou um funcionário apenas para um setor comercial para conseguir anunciantes e assim gerar lucros para a empresa.

O anúncio varia o valor de acordo com o horário de maior pico e dia da semana, mas para isso você deve medir a programação semanal por um programa de ibope para montar seu programa de anúncios com tabela de valores. A princípio, um preço padrão por uma quantidade definida de anúncios durante um dia por um tempo determinado já é suficiente.

O serviço de comunicação social no Brasil é algo muito restrito a poucas famílias que são detentoras das grandes redes que englobam televisão, jornais, internet e rádio. Entrar nesse ramo de atividade requer muito estudo, bastante informação em mãos, muita cautela e objetividade, pois geralmente as outorgas simplesmente não são concedidas. 

São várias tentativas de se conseguir abrir rádios comunitárias, educativas e comerciais e o processo para permitir que elas funcionem fica parado. Portanto, veja se vale a pena realmente montar uma rádio.

FONTE: novonegocio.com.br

AUTOR: MEGA MÍDIA

sábado, 12 de agosto de 2017

ARNALDO JABOR: "O BRASIL NÃO PERDE UMA OPORTUNIDADE DE PERDER UMA OPORTUNIDADE"

Arnaldo Jabor (Foto: Reprodução)

A célebre frase de Roberto Campos se encaixa perfeitamente no país. Foi impressionante a quantidade de deputados que votaram para Temer ficar na Presidência “pelas reformas”. 


Ele ficou, no entanto, o bom e velho Brasil lento está de volta. Está na cara que ele terá que mudar projetos para aprová-los. Do jeito que vai, como sempre, só vamos reformar a Previdência depois que ela quebrar.

FONTE: RADIODEVERDADE

AUTOR: MEGA MÍDIA

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PAINEL DO SET EXPO 2017 VAI ABORDAR TECNOLOGIA PARA O RÁDIO

O SET Expo 2017, principal congresso e feira de tecnologia da América Latina, que será realizado entre os dias 21 e 24 de agosto, apresentará uma série de novidades, como novas plataformas, infraestrutura do setor, produção de conteúdo, informações regulatórias e normatização, tecnologias para o Rádio e TV, entre outras questões importantes para o setor de comunicação do Brasil e de outros países. 

Entre os assuntos que serão debatidos envolvendo o meio Rádio, estão o FM no celular e a modulação do FM.

O painel “O FM no celular e o rádio no painel do carro: caminhos para o futuro do rádio” discutirá duas grandes frentes de evolução do rádio: o celular e o carro. 

"Na medida em que o smartphone é virtualmente o dispositivo universal para consumo de mídia, é estratégico que o rádio esteja presente nele. 

Ironicamente, a maioria dos celulares possui o chip para recepção de FM, porém, apenas uma minoria tem esta recepção ativada. Tendo notado isto, a NAB começou uma campanha para ativação destes chips", explica o diretor de Rádio da SET Marco Túlio Nascimento, moderador da mesa.

"Na segunda parte do painel, vamos discutir as perspectivas para o rádio no carro conectado. Os novos sistemas de infotainment oferecem não só o rádio AM/FM como também múltiplas outras opções para consumo de conteúdo de áudio via internet 3G/4G. Entender este ecossistema e como estão evoluindo as plataformas de entretenimento e informação nos carros é, também, absolutamente estratégico", explica.

Já o engenheiro José Mauro de Ávila, abordará no dia 23 os detalhes e parâmetros envolvidos para boa eficiência da modulação FM. Entre os principais pontos de dúvidas dos radiodifusores está o desconhecimento dos limites envolvidos nas várias injeções na portadora FM, desde o MPX, o RDS e o Piloto, além da falta de monitores de modulação que possam trazer com precisão estas informações nas emissoras que estão migrando do AM para o FM.
O tudoradio.com é media partner do SET EXPO. O portal contará com uma cobertura especial do evento, com a produção de materiais especiais em texto e vídeo destacando as novidades da feira, os assuntos abordados nos painéis voltados ao meio rádio.

Assim como nos anos anteriores, o SET Expo será realizado no Expo Center Norte ( Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo). 

Para mais detalhes, acesse: http://www.set.org.br/events/setexpo/

FONTE: TUDORADIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

sábado, 5 de agosto de 2017

SAIBA COMO COMPRAR UMA ESTAÇÃO DE RÁDIO - 9 PASSOS

Então você quer ter uma estação de rádio. Embora seja possível obter uma licença de criação para criar uma nova estação em uma área rural, a única maneira de possuir uma estação em uma área mais desenvolvida é comprando uma já existente. 

Se você tiver o dinheiro necessário e for realmente isso que você quer, este artigo irá lhe mostrar como comprar uma estação de rádio.

Passos
1
Entre em contato com um ou mais corretores de estações de rádio. Um corretor de estação de rádio vai saber quais estações estão à venda. 

Geralmente não vai adiantar nada ligar para uma estação que você esteja interessado em comprar, pois os proprietários geralmente não querem que os funcionários saibam que a estação está à venda.
2
Esteja preparado para pagar em dinheiro. Na economia atual, os bancos não estão dispostos a emprestar mais do que 3 a 4 vezes o fluxo de dinheiro emitido. 

Por outro lado, as estações que eram antes vendidas por $500.000 há 5 anos, estão sendo vendidas por $120.000 dólares hoje.
3
Certifique-se de que você pode pagar. Além dos gastos normais de contas de energia elétrica para os equipamentos e o aluguel do espaço de escritório, se a estação for tocar música, royalties devem ser pagos a ASCAP, BMI e SESAC. 

Mesmo se você pretende tocar músicas através de um sistema automatizado, existem regras que exigem a "presença de um ser humano" durante "horas normais de expediente" no estúdio principal.

Isso significa que deve haver pelo menos um gerente em tempo integral e outra pessoa para "cobrir" a estação quando o gerente não estiver. Para ter uma estação comercial bem sucedida, você deve ter pelo menos 3 pessoas responsáveis por vendas em tempo integral.
4
Certifique-se de checar os relatórios financeiros da estação. Você precisa saber se a retorno irá valer o preço pedido. Se uma estação é "silenciosa" (fora do ar), não haverá receita e a estação só irá valer o valor do equipamento e qualquer propriedade real que possam estar envolvidas, como o local de transmissão, bem como o valor da licença. 

As estações também podem ser avaliadas com base na população coberta pelo sinal principal emitido pela mesma. Você pode também determinar o valor a partir das vendas no varejo e determinar uma porcentagem deste valor para um potencial retorno no mercado. 

Ao comprar uma estação que está fora do ar, faça um financiamento suficiente para suportar as despesas de funcionamento durante um ano inteiro, assumindo que você não irá vender nenhum espaço comercial.
5
Faça uma oferta. Assim como no mercado imobiliário, ninguém aceita logo de cara o preço pedido. Ofereça 90% desse valor, mas se você descobrir que a estação está no mercado há muito tempo, você pode até pedir menos. 

Se a estação estiver fora do ar por mais de seis meses, ofereça um preço ainda mais baixo, pois a licença para uma estação de rádio torna-se inválida caso a mesma esteja fora do ar por mais de um ano.
6
Assim que o preço estiver acertado, o contrato será redigido. Leve seu advogado para verificar atentamente o contrato. 

O advogado deve saber sobre as leis de estações de rádio, ou você precisará ter dois advogados, um para contratos comerciais e outro para checar as leis.
7
Se você não é um engenheiro de rádio, contrate uma boa empresa de engenharia para inspecionar as condições técnicas da estação. 

Uma estação que estiver sendo vendida por um preço baixo pode ter um transmissor velho ou um sistema de aterramento totalmente corroído, exigindo reparos caros ou substituições para que se obtenha um bom sinal novamente.
8
Depois da assinatura do contrato, será necessário obter a aprovação da FCC para o que é chamado de "atribuição de licença". Esse processo normalmente leva alguns meses.
9
Assim que a venda for aprovada, o passo final é a consumação da venda. Se você não quiser esperar até essa etapa para iniciar a programação, um acordo de corretagem de tempo pode ser escrito no contrato, permitindo que o comprador comece a transmitir antes da aprovação oficial pela FCC.

Dicas

Inclua no contrato de compra uma cláusula que determine que será o comprador quem irá pagar por uma "inspeção Alternativa" pela associação de emissoras estatais, mas que o vendedor é quem vai pagar para corrigir as deficiências detectadas durante essa inspeção.

Avisos

Se você for comprar uma estação que está fora do ar, certifique-se de que haverá tempo de sobra para fazê-la funcionar novamente antes de expirar o prazo de um ano, caso contrário poderá ser o proprietário de um lote de equipamentos que você não poderá mais operar legalmente.

Cuidado com as mudanças de última hora no contrato na hora do fechamento do negócio. Vendedores inescrupulosos são conhecidos por fazer coisas como alterar a compra definitiva de um imóvel para uma locação cara.

FONTE: WIKIHOW

AUTOR: MEGA MÍDIA

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO DIVULGA FINALISTAS DO PRÊMIO MPT DE JORNALISMO

O Prêmio MPT de Jornalismo 2017 já tem os seus finalistas. Foi divulgada hoje a relação dos 34 trabalhos selecionados nas oito categorias em disputa. Os grandes vencedores serão revelados durante cerimônia que ocorrerá no dia 17 de agosto, na sede do Ministério Público do Trabalho, em Brasília.

Agência Radioweb: radiojornalismo feito com paixão, qualidade e credibilidade. Saiba mais.

Nesta edição, foram inscritas 422 reportagens de profissionais da imprensa de todo o país. Os melhores de cada região passaram a concorrer automaticamente na etapa nacional, que teve outro júri responsável pela análise dos trabalhos.

O Prêmio reconhece trabalhos nas seguintes categorias: jornal impresso, revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo, universitário e repórter cinematográfico. Na etapa nacional de avaliação, também são definidos os resultados dos prêmios especiais Fraudes Trabalhistas e MPT de Jornalismo.

Com o propósito de informar a sociedade sobre a importância da proteção e da defesa dos direitos do trabalhador, as reportagens envolvem temas como trabalho infantil, discriminação de gênero, cor e pessoas com deficiência, condições inadequadas e precárias de trabalho, entre outros.
Confira na lista abaixo o nome do profissional, da reportagem e o respectivo veículo em que foi divulgada.

Alinne Passos – Infância perdida – SBT Pará

Ana Haertel – As casas da escravidão – TV Record

Ana Lúcia Caldas – Série: Saúde, Drogas e Caminhões – Rádio Nacional de Brasília

Ana Paula da Silva Lisboa – Empoderamento feminino – Correio Braziliense

Bruna Lucyanna Oliveira dos Santos – Amazonas é rota do tráfico de pessoas – LabF5

Carlos Balbino – Reportagem Especial: Inserção de pessoas com síndrome de down no mercado de trabalho – TST/TV Justiça

Caroline Castro – Leia antes de fritar – Revista Galileu

Chico Batata – Carvoeiros da floresta – Jornal A Crítica

Cleber Gellio – De bacia na cabeça, feirantes terenas resistem ao descaso no comércio de rua – Midiamax

Douglan Monteiro – Discriminação de cor: entender para combater – Notícias em Dez/Universidade Tiradentes

Flavia Bemfica – Mais empregos? – Jornal Correio do Povo

Gabriel Martins – Dossiê: Mercado de trabalho e deficiência – Revista Transite

Janaina Souza – Série: Crise na Venezuela: mulheres venezuelanas e indígenas são vítimas do trabalho escravo para prostituição e mendicância – Rede de Notícias da Amazônia (RNA)

Juliana Correia Almeida – Mercado de trabalho para a mulher trans: luta por igualdade e respeito – Rádio UFS FM

Kelly Almeida – Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos – Metrópoles

Leandro Tapajós – ‘Sonho acabou’, diz ex-funcionário do hotel Ariaú à espera da Justiça no AM – Portal G1

Leopoldo de Moraes – Rota da Castanha: exploração sem limite – TV Record

Lucas Costa Valença – Perigo nas alturas: o risco de quem trabalha muito longe do chão – Agência de Notícias UniCEUB

Luiz Barbará – Tabu no campo: o trabalho dos produtores de fumo e a doença da folha verde – TV Record

Marciano Garcia Bortolin – Vida e morte no subsolo: as sequelas deixadas pela extração de carvão – Diário de Notícias

Márcio Anastacio – Shopping: onde a flexibilização das leis trabalhistas já chegou – Portal SRZD

Marcos Meller – Agricultura mutilada e esquecida – Rádio Peperi

Melquíades Júnior – Avisa lá – recados de São Paulo – Diário do Nordeste

Monica Prestes – Amazônia: Do verde às cinzas – Jornal A Crítica

Nanny Cox – Trabalho escravo moderno – Rádio Jovem Pan AM

Nathan Santos – Infância sem cor – LeiaJá

Natinho Rodrigues – Peixe proibido – Jornal Diário do Nordeste

Patrik Camporez Mação – Dor e morte no caminho das pedras – Jornal A Gazeta

Raira Cardoso – À mercê dos ventos – Revista Proteção

Ricardo Vervloet – Profissão extinta – Jornal A Gazeta

Ronaldo Fontana – Entraremos em Contato – TV UFSC – Canal Universitário

Thais Lazzeri – Eu fui escravo – Repórter Brasil

Thiago Antônio Correia da Silva – Sururu: a cadeia produtiva da miséria!!! – TV Pajuçara

Wellinton Soares – Sururu: a cadeia produtiva da miséria – TV Pajuçara

FONTE: TUDORADIO

AUTOR: MEGA MÍDIA

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

FALANDO SOBRE MÍDIA: RÁDIO

Por muito tempo o rádio foi considerado o principal meio de informação na vida dos brasileiros. Muitas pessoas diziam que o rádio seria extinto após o surgimento da televisão. Afinal, a TV era considerada um rádio que além de som transmitia imagens também. Algumas décadas se passaram após o surgimento da televisão e o rádio não foi extinto.

Ao contrário, as estações de rádio pelo Brasil mantiveram-se firmes e fortes. E mesmo após a massificação da internet o rádio vem conseguindo adaptar-se ao novo contexto tecnológico e na maneira de passar informação. Um exemplo disso é o surgimento das webrádios. Com isso o rádio ganhou mais força. O marketing e a publicidade agradecem.

Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), o rádio está presente em 88,1% dos domicílios do país. Além disso, o país tem aproximadamente 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento. O número de aparelhos de rádio convencionais passa de 200 milhões no país, além de 23,9 milhões de receptores em automóveis e do acesso por aparelhos celulares, que somam cerca de 90 milhões.

Os dados apresentados agradam a qualquer profissional de mídia no momento de defender o rádio como um meio para se atingir os objetivos em uma campanha. Para a publicidade o rádio sempre foi um meio importante para anunciar marcas, produtos e serviços. A tradição do rádio é capaz de gerar credibilidade para os anúncios veiculados no rádio. Mas, existem outras vantagens. Confira algumas das principais:

Entretenimento

O rádio é uma fonte de entretenimento e diversão que o ouvinte tem a sua disposição a qualquer hora do dia e em qualquer lugar. Além disso, o ouvinte pode realizar outras atividades como dirigir ou arrumar a casa enquanto ouve rádio.

Conscientização

Devido ao uso da música e efeitos sonoros a mensagem é memorizada com mais facilidade pelo consumidor.

Custos

O custo de mídia e produção de um anúncio para rádio é mais barato e acessível do que outras mídias, a exemplo da televisão.

Maleabilidade

Há a possibilidade de cancelar, trocar ou inserir uma mensagem publicitária em poucas horas caso seja necessário. Outros meios não permitem isso.

Como dito em outras colunas do “falando de mídia” não há um meio de comunicação que seja perfeito. Todas as mídias possuem suas vantagens, mas também possuem suas desvantagens. O rádio não é diferente. Confira algumas das principais limitações que o rádio detém:

Demonstração

Chega a ser óbvio, mas através do rádio não há como demonstrar o produto ou como ele funciona. Também é inadequado para a apresentação de temas complexos que demandam explicações técnicas e muito longas

Vida curta

A mensagem transmitida no rádio é muito curta. Ao contrário de um anúncio impresso, a mensagem no rádio não pode ser relida.

Cobertura

O rádio detém alcance de cobertura muito baixo. Sendo quase que exclusivamente um veículo local.

FONTE: PLUGCITÁRIOS

AUTOR: MEGA MÍDIA

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

APÓS PROCESSOS, POLÍTICOS REPASSAM PROPRIEDADE DE RÁDIOS PARA FAMILIARES

Decisões judiciais se dividem em relação ao tema. MPF aponta “burla à lei”

Após ações judiciais do Ministério Público Federal (MPF) em parceria com o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação, deputados federais e senadores sócios ou proprietários de canais de TV e estações de rádio passaram a transferir suas cotas empresariais a familiares e aliados políticos.

Os processos se iniciaram em 2015, embasados na Constituição Federal, que veda a concessão pública de canais a autoridades eleitas. Mais de 40 políticos foram alvo das ações. Após a manobra, a Justiça tem se dividido sobre o resultado dos procedimentos instaurados pelo MPF, que afirma que o mecanismo utilizado por deputados e senadores “burla à lei”.

Os acusados defendem que ao abrirem mão da propriedade formal, as ações perdem seu objeto, já que estariam se adequando à legislação.

O senador Jader Barbalho (PMDB-PA), por exemplo, passou sua cota na Rádio Clube do Pará a sua filha Giovana Barbalho. Em junho deste ano, um juiz federal de primeira instância suspendeu as transmissões, argumentando que a mudança no quadro de sócios inclui “outros membros da família” do político.

Em Minas Gerais, por outro lado, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região entendeu que a transferência das ações, ocorrida em 2016, na rádio Arco Íris de Aécio Neves para sua irmã, Andréa Neves, eliminou a irregularidade. O MPF recorreu da decisão.

“Já era esperado que isso pudesse acontecer. Não era certeza, mas era provável. No nosso entendimento, isso representa uma burla ao que determina a lei. Nós defendemos que nesses casos as concessões sejam cassadas”, diz Pedro Antônio de Oliveira Machado, procurador da República que participou da formulação das ações civis públicas.

Machado ressalta o momento em que as mudanças ocorreram: “Existem linhas para defender [nossa posição]. Primeiro, as transferências só ocorreram depois da ação. Isso já é um dado revelador de que se quer manter o controle da concessão. Segundo, o direito não pode compactuar com a má-fé”.

Finalidade

O procurador explica que argumentos o MPF pretende utilizar contra as decisões que não cassarem as concessões após as transferências.

“Há um exemplo de uma decisão do Supremo Tribunal Federal em um caso que não é esse mas é aplicável. A súmula vinculante sobre nepotismo diz que parentes até terceiro grau não podem exercer cargos de confiança. Transportando esse entendimento para esse caso, me parece possível defender que também está havendo violação”, aponta.

Segundo ele, a vedação de conceder canais a políticos deve ser entendida para além da formalidade, incluindo também a finalidade da lei, lembrando que há uma proibição geral, com base no princípio da moralidade na administração pública, de autoridades eleitas serem parte de contratos públicos. “Nos casos de contratos de concessão de radiodifusão há o fator adicional de ser um veículo formador de opinião. Em muitos casos, isso significa desequilíbrio nos pleitos eleitorais”, afirma.

Machado finaliza dizendo que é importante que se tenha decisões favoráveis ao cancelamento das concessões nesses casos, já que as ações do MPF tiveram como alvo apenas políticos na esfera federal, e que há a intenção de incluir também deputados estaduais e vereadores em uma próxima etapa.

Fonte: Brasil de Fato

Fonte: FITERT – Federação dos Radialistas

AUTOR: MEGA MÍDIA

O RÁDIO NO CELULAR

Em vários momentos da história brasileira, a radiodifusão teve papel importante na formação de uma identidade nacional, nas transmissões em caso de emergência e outras situações diversas. Atualmente, muito além da segurança, o grande número de emissoras de rádio e sua capilaridade, permite a milhões de usuários o acesso à cultura e informações locais e diversificadas, garantindo a pluralidade, tão valiosa para a democracia.

É preciso preservar o acesso a tais serviços tão essencial à população. Sabemos que sem informação não há escolhas conscientes. Ao longo do tempo, especialmente em relação ao rádio, temos observado uma preocupação principalmente voltada para a produção do conteúdo, a qualidade das transmissões, a sustentabilidade dos negócios, e uma desatenção em relação a entrega do produto, ou seja, os receptores do sinal transmitido. Talvez, a chegada da televisão não tenha se configurado tão ameaçadora à tecnologia dominante até então, em função da larga utilização do rádio de pilha. O ser humano é móvel. Havia, portanto, uma grande vantagem sobre a TV. Mas bem que poderíamos ter pensado em inserir a recepção do rádio também nos novos aparelhos, o que teria sido simples.

Olhando hoje para as novas tecnologias, assistimos à transformação do celular no “gadget” para onde o mundo converge. E vale reconhecer, tem sido pouco significativa a atuação para disponibilizar definitivamente o rádio FM no celular. Ao invés de usar aplicativos, que consomem banda de internet paga, o usuário poderia sintonizar gratuitamente a frequência da emissora. De forma quase instantânea, 240 milhões de receptores de rádio poderiam estar nas mãos dos ouvintes. Para isso, bastaria a decisão dos fabricantes de habilitar os chips de FM, que já estão em 97% dos aparelhos vendidos no mundo, de acordo com o Instituto de Telecomunicações Federal do México.

Ganharia a comunicação, com mais uma opção de tecnologia no celular; o ouvinte, com diferentes possibilidades de acesso à informação; o governo, garantindo a recepção das transmissões em rede de emissoras; e a democracia, com o acesso à informação facilitado e diversificado. De fato, a escolha de ouvir ou não rádio, via FM no celular, deveria ser um direito do usuário, e não uma decisão de fabricantes de aparelhos ou teles, visto que, há interesse por parte destes, em vender consumo de dados e aplicativos, o que se contrapõe ao uso de outra tecnologia de informação e entretenimento inteiramente gratuita: a radiodifusão.

Nada mais fácil e desleal com o direito de escolha do consumidor do que manter os chips desabilitados. Ou deixar de inserir chips, para não ter que habilitá-los. Convenhamos que, barrar este acesso é evocar para si um direito do cidadão, e pior, quando decide em causa própria. A Motorola, no mês passado, corretamente optou por ativar os chips de FM em todos os smartphones da sua nova linha lançada no Brasil.
Infelizmente, ainda não se deu atenção necessária à matéria no Brasil, mas o México já optou por equacioná-la. O Instituto de Telecomunicações Federal (IFT) determinou que, fabricantes de celulares vendidos no país deverão ativar os chips FM em todos os aparelhos, com exceção de dispositivos sem o hardware necessário para habilitação. Uma das justificativas foi a prevenção, em momentos de emergência ou desastre, quando as redes de serviço móvel podem parar de funcionar corretamente, e o acesso às FMs garantiria à população o acesso às informações relevantes.

Atualmente, segundo o IFT, apesar dos 97% de celulares equipados com este chip, apenas 34% estão ativados. A notícia boa é que projeto semelhante ao mexicano está em estudo no Brasil. O México foi o pioneiro, e traçou o caminho óbvio para qualquer país que entenda a comunicação e a informação como uma questão de segurança e um direito essencial da população. Para garantir este acesso, nenhuma redundância é excesso, ao contrário, a coexistência, a liberdade de escolha e a pluralidade representam segurança e solidez para a nação.

Por Carmen Lucia Rocha Dummar Azulai
Presidente - Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão - ACERT

AUTOR: MEGA MÍDIA

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O RÁDIO: RDS - RADIO DATA SYSTEM

RDS – Radio Data System

O que é?

Conhecido popularmente como RDS, o Radio Data System é um sistema de transmissão de dados digitais usando pelas emissoras de rádio que operam em FM. O ouvinte que possui essa tecnologia em seu receptor pode receber mensagens de texto enviadas pela emissora sintonizada. Algumas rádios brasileiras, em especial as de São Paulo, utilizam o sistema para informar promoções, programação e também os nomes das músicas executadas naquele exato momento pela emissora.

O sistema é utilizado por muitas emissoras de rádio brasileiras, especialmente para a exibição do nome da emissora no visor do receptor do ouvinte. Aparelhos de rádio FM instalados em alguns carros e também rádios portáteis como celulares com FM dispõe dessa tecnologia de recepção RDS.

Técnica:

O sistema Radio Data System utiliza uma portadora secundária de 57 KHz para enviar dados à velocidade de 1187,5 bps. Os 57 KHz são a terceira harmônica da faixa de FM estéreo, por isso, não causam interferências com os canais de som. Trata-se de outro transmissor que pode não ser sintonizado a grandes distancias, ficando restrito apenas ao áudio da emissora. Conforme os obstáculos na região como relevo, outras torres transmissoras e prédios, a recepção pode ficar mais lenta ou embaralhada.

Existem vários sistemas diferenciados de RDS. As emissoras de rádio em FM precisam regularizar seu uso junto a Anatel, órgão que fiscaliza a radiodifusão brasileira. Alguns receptores presentes no mercado brasileiro possibilitam o acesso a todas as tecnologias presentes no sistema RDS.

As principais opções do RDS no Brasil

Conheça alguns recursos do RDS, inclusive as faixas que estão disponíveis na maioria dos receptores FMs que captam o sistema (inclusive celulares com FM):

PS: Tradicional faixa de 8 caracteres. Geralmente usada para mostrar o nome da rádio e outras informações rápidas (inclusive os nomes das músicas). É a função de maior disponibilidade nos receptores e geralmente é utilizada "piscando" as palavras devido o seu curto espaço para texto. Existem rádios que inserem frases mais longas deslocando os caracteres da direita para a esquerda.

RT: Tem crescido nos receptores e na utilização por parte das FMs. Comporta até 64 caracteres e geralmente mostra nomes e slogans das emissoras, além de outras identificações. Também é possível introduzir o nome das músicas e outros detalhes da grade, como fazem a 89 A Rádio Rock FM 89.1 de São Paulo e as estações da Rádio T FM no Paraná. Em Florianópolis as FMs jovens utilizam essa função para divulgar eventos promovidos por essas rádios.

PTY: Pouco utilizado. É o gênero de programação da emissora. Comum ver rádios "jovens/pop" com classificação "country" e populares como "soft rock". Apesar da pouca utilização, ela é importante. Muitos receptores novos conseguem organizar as rádios por gêneros, principalmente celulares com FM e rádios automotivos.

O Tudo Rádio fechou uma enquete sobre a importância do RDS para o rádio e para os ouvintes: clique aqui e leia sobre.

Todas as funções

Confira logo abaixo as funções do RDS conforme a tecnologia empregada. Vale lembrar que muitas delas não são utilizadas por emissoras brasileiras e outras já são consideradas do “pacote de rádio digital”, ainda não empregadas no Brasil. O rádio digital deverá estrear em nosso país a partir de 2009.

AF (Alternate frequencies) – O aparelho receptor seleciona a sintonia mais adequada de determinada rádio. Através dessa tecnologia é possível que a rádio induza uma sintonia mais adequada para o ouvinte, fazendo a troca automática da freqüência. Essa tecnologia já está presente em nosso país, porém não é utilizada pelas emissoras brasileiras.

CT (Clock Time) – Basicamente um relógio que exibe a hora enviada pela emissora.

EON (Enhanced Other Networks) – Parecido com o funcionamento de um GPS on-line, permitindo ter acesso a condições do trânsito em grandes cidades. Não é utilizado no Brasil.

PI (Programme Identification) – Codificação que identifica a emissora sintonizada.

PS (Programme service)- Sistema comum de RDS e muito utilizado pelas emissoras brasileiras. Permite visualizar no display do receptor um texto de até oito caracteres. Nesse sistema está incluso o nome da emissora, slogan, nome de programas e também o nome das músicas executadas naquele momento pela emissora em FM.

PTY (Programme Type) – Auxilia na busca de uma estação digital. É possível achar uma emissora por gênero.

RT (Radio Text)- Sistema que permite a visualização de textos em até 64 caracteres. Uma boa saída para emissoras que trabalham especialmente com jornalismo, podendo informar as condições climáticas, de trânsito e gerar manchetes no aparelho receptor do ouvinte.

FONTE: TUDORADIO.COM

AUTOR: MEGA MÍDIA

terça-feira, 1 de agosto de 2017

COMISSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVA USO DE CARTEIRA DE RADIALISTA COMO PROVA DE IDENTIDADE

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou proposta que admite a carteira de radialista como prova de identidade em todo o território nacional. Conforme o texto aprovado, a carteira profissional deve ser emitida pelo sindicato da categoria e, onde não houver sindicato, a carteira poderá ser emitida por federação devidamente credenciada e registrada junto ao Ministério do Trabalho.

Para ter validade, o documento deverá seguir modelo padrão e conter dados pessoais, fotografia, número de série, entre outros elementos. O radialista não sindicalizado poderá ter carteira de radialista, desde que seja habilitado e registrado perante o órgão regional do Ministério do Trabalho.

A medida foi aprovada conforme parecer apresentado pelo deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) ao Projeto de Lei 458/15, do deputado Andre Moura (PSC-SE), e outros apensados. A proposta altera a Lei nº 6.615, de 16 de dezembro de 1978, que regulamentar a profissão de radialista.

“A legislação pátria já regulamentou a competência da Federação Nacional dos Jornalistas para emitir carteira de identidade profissional. Não vemos por que razão tal medida não possa ser estendida aos radialistas”, afirma Daniel Almeida.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: tudoradio.com

AUTOR: MEGA MÍDIA

FENAERT SE POSICIONA SOBRE RELATÓRIO QUE APONTA MORTE DE JORNALISTAS EM 2017

A FENAERT - Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão, representante legal das emissoras comerciais do Brasil e defensora intransigente da liberdade de expressão, se manifesta a respeito do relatório ‘Killing the Messenger’, que destaca a morte de 33 jornalistas ao redor do mundo, no primeiro semestre de 2017. O material foi divulgado pelo International News Safety Institute (INSI) organização voltada à segurança dos profissionais da área.

Elaborado pela Cardiff School of Journalism, no Reino Unido, o documento destacou que 18 deles foram assassinados em países que, supostamente, não estão em guerra.

Neste ano, o INSI não registrou mortes de jornalistas ou profissionais de mídia durante o exercício da profissão em solo brasileiro. No entanto, a diretora do instituto, Hannah Storm, afirma que “isso não significa que os perigos para os jornalistas no Brasil desapareceram”. O relatório do ano passado apontou a morte de três profissionais de imprensa no país – João Valdecir de Borba, João Miranda do Carmo e Maurício Campos Rosa.

A FENAERT considera inaceitável qualquer ato violento ou manifestação que impeça ou tente impedir que os profissionais da imprensa exerçam suas atividades, dentro ou fora do Brasil e comemora que neste ano não tenham sido registradas mortes de jornalistas no exercício da profissão. Mas a entidade permanece vigilante aos movimentos que tentam impedir o trabalho da imprensa, que cumpre o dever de informar sobre os fatos de interesse da população.

Guliver Leão
Presidente Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão - FENAERT

AUTOR: MEGA MÍDIA

NORTE NORDESTE E PRÊMIO ABOIO SERÃO REALIZADOS EM SETEMBRO, EM FORTALEZA (CE)

A Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACERT), realizará no período de 4 a 6 de setembro, com o apoio da ABERT, das Associações do Norte e Nordeste e da Abap-CE, o Fala Norte-Nordeste - congresso de radiodifusão. O evento voltado à radiodifusão será realizado na Fábrica de Negócios, em Fortaleza.

O evento congregará empresários, gestores e profissionais da área de Rádio e TV, radiodifusores, comunicadores, publicitários, jornalistas, engenheiros, produtores, professores e estudantes da área de comunicação de todo o Brasil. Além disso, o congresso contará com renomados palestrantes para discutirem o mercado e os temas mais relevantes da atualidade, no segmento de radiodifusão.

O tema escolhido para esta edição é “Inteligência Criativa e a Geração de Negócios da Comunicação”, refletindo a forma como o rádio e a televisão vêm inovando e ampliando seus negócios na atualidade e se envolvendo com novas tecnologias e redes sociais. Outros debates abordarão temas atuais, como notícias falsas e o conceito de pós-verdade, questões legais da comunicação, gestão de negócios, e diversos workshops com especialistas do mercado da publicidade e da comunicação.

No Fala Norte-Nordeste também acontecerá a Feira de Negócios, reunindo expositores da indústria de equipamentos e serviços voltados para a radiodifusão, e a Jornada Prêmio Aboio de Comunicação, além da festa de premiação dos melhores comerciais de rádio e TV veiculados nas emissoras associadas à ACERT.

No site www.falanortenordeste.com.br apresentamos a programação completa, as formas de inscrição, além de opções de hospedagens com preços negociados especialmente para o período.

Prêmio Aboio

Durante o congresso acontecerá a entrega do 3º Prêmio Aboio de Comunicação, que será conferido às Agências de Propaganda, Publicidade e Comunicação classificadas em primeiro lugar na criação, produção e veiculação do “Melhor Jingle”, “Melhor Spot”, “Melhor VT”, e “Melhor Campanha de Rádio e TV”, nas categorias varejo, serviços/produtos e institucional veiculados no rádio e/ou televisão.Também serão premiadas peças inscritas na categoria estudantes universitários.

A premiação, em peça assinada pelo artista plástico Sérvulo Esmeraldo, expressa o reconhecimento e o estímulo aos criadores de peças de publicidade e propaganda veiculadas em emissoras afiliadas à ACERT.

Fonte: Site Tudo Rádio

AUTOR: MEGA MÍDIA

A VOZ DO BRASIL COMPLETOU 82 ANOS NO AR NAS RÁDIOS DE TODO O BRASIL

Um dos programas mais longevos do mundo completou 82 anos. O programa estatal A Voz do Brasil está no ar em rede em todo o Brasil desde 22 de julho de 1935, quando o locutor Luiz Jatobá interrompeu com sua voz grave a programação das 50 rádios que operavam no país. Nesta data estreava o Programa nacional, idealizado por um amigo de infância do então presidente, Getúlio Vargas, com o objetivo de propagandear as realizações do governo federal.

Em 1939, quando Vargas já estabelecera no país a ditadura do Estado Novo, o programa, rebatizado como A Hora do Brasil, tornou-se transmissão obrigatória pelas emissoras de rádio, sempre no horário das 19 horas. Durante a vigência de outra ditadura, a do regime militar, A Hora do Brasil virou A Voz do Brasil. Mudou de nome, mas manteve seu caráter compulsório e sua marca registrada: a abertura com os acordes de “O guarani”, a ópera de Carlos Gomes, e a voz de um locutor que anunciava: em Brasília, 19 horas.

Quando A Voz do Brasil foi criada, o rádio era o principal meio de comunicação de massa, e não havia outros canais para os brasileiros das regiões mais longínquas se informar sobre os fatos e acontecimentos da vida do país. Nesses 80 anos que nos separam da primeira transmissão do programa, o Brasil passou por grandes transformações. Urbanizou-se e deixou de ser um país de população eminentemente rural. Sua economia se industrializou e se modernizou a ponto de estar diante da perspectiva de virar, em breve, uma das cinco maiores do mundo.

Há mais de 30 anos, o país é governado por um regime democrático pleno. O rádio também mudou e se adequou à concorrência de outros meios como a televisão e a internet. O anacronismo da obrigatoriedade de transmissão, às 19 horas, de A Voz do Brasil por todas as emissoras de rádio do país, porém, permaneceu inalterado, apesar de os poderes públicos contarem hoje com grande estrutura de comunicação. Esse aparato oficial inclui a TV Brasil (controlada pelo governo federal), a Rádio Câmara, a Rádio Senado e a Rádio Justiça, além de diversas estações de TV.
Desde a redemocratização do país, A Voz do Brasil passou por algumas adaptações. Os acordes de “O Guarani” foram remixados ao ritmo de forró, samba, choro, bossa nova, capoeira, moda de viola e até techno. Numa tentativa de se aproximar de uma linguagem mais simples e usual, o tradicional “Em Brasília, 19 horas” também foi substituído por “7 da noite, em Brasília”. Essas tentativas de rejuvenescimento não afastaram, porém, o aspecto bolorento do programa. Ele só será eliminado com uma mudança na lei.

Há vários projetos no Congresso que propõem mudanças em A Voz do Brasil. No principal deles, em tramitação há mais de 10 anos, prevê a possibilidade de as rádios adequarem A Voz do Brasil às suas programações, a chamada flexibilização da transmissão do programa. Segundo as propostas, elas poderiam escolher o horário mais conveniente, entre 19 horas e meia-noite, para iniciar a veiculação do programa. A medida foi incluída por diversas vezes nas pautas para votação, porém, por vários motivos, o projeto não foi votado.

Fonte: Tudo Rádio
Foto: Omega Sistemas

AUTOR: MEGA MÍDIA

domingo, 30 de julho de 2017

RECORDAR É VIVER, SÓ AS MELHORES DO PASSADO

MAIS UMA SELEÇÃO ESPECIALMENTE ESCOLHIDA POR MIM PARA VOCÊ RECORDAR O QUE DE MELHOR TOCOU NOS RÁDIOS ANTIGAMENTE!

OUÇA:






FONTE: YOUTUBE


AUTOR: MEGA MÍDIA

SAIBA DA INTRODUÇÃO À PUBLICIDADE NO RÁDIO

Durante o período de 1922 a 1930, o Rádio passou por sua fase experimental onde somente as classes altas tinham acesso ao meio, a programação era composta por música clássica, concertos, etc...

As emissoras de rádio dependiam de tais classes sociais para se manter financeiramente. Aos poucos as emissoras introduziram os chamados ‘’ fundos de broadcasting’’ à sua programação, que constituía na menção do nome dos patrocinadores no princípio e no fim das transmissões, porém foi no período entre 1930 e 1940 que a Publicidade cresceu através do Rádio e o Rádio, agora mantido financeiramente pela publicidade, tornou sua programação mais dinâmica e se popularizou diante das outras classes sociais.

O rádio, ao contrário da televisão, é uma mídia barata e popular que atinge um público maior pelo fato de ser apenas ouvido e não assistido, atinge a todas as classes sociais e acompanha o espectador nas mais diversas situações do mundo atual podendo ser ouvido no trânsito, em estabelecimentos comerciais, através de dispositivos portáteis( Mini Stereos, MPx Players e /ou celulares com recursos de FM), aparelhos convencionais ou até mesmo pela Internet, tendo vantagem sobre outros meios de comunicação que necessitam de uma atenção que vai além da audição para serem compreendidos.

Formatos de Publicidade

Existem duas categorias de publicidade no rádio:

- Anúncios ao vivo

- Comerciais gravados

Espaços de publicidade em rádio podem ser classificados como:

- Inseridos durante os programas / com horários

- veiculados no intervalo (Break) dos programas

Dessa forma temos:

1) SPOT: Texto publicitário para transmissão radiofônica, que pode conter um fundo musical e/ou efeitos sonoros,gravado por um ou mais locutor, transparecendo a imagem quase real da mensagem. Sua força está na mensagem escrita e interpretada e pode ter 15”, 30”, 45” ou acima de 1 minuto de duração.O que a voz diz é tão importante quanto o modo como ela diz!

2) JINGLE: É a mensagem publicitária cantada, em forma de música. Tem como característica ser uma música simples, atraente e cativante, fácil de cantarolar e recordar. Sua duração é semelhante ao SPOT.

3) TEXTO – FOGUETE: Parecido com o SPOT, possui uma duração menor, entre 5 a 7 segundos. Geralmente estes tipos de mensagens surgem por meio de transmissões esportivas.

4) TESTEMUNHAL: É o texto falado no ar; mensagem ao vivo, personalizada, é o testemunho do locutor-apresentador a respeito do produto/serviço que está sendo anunciado.

5) ROTATIVO: Comercial de rádio e TV, sem uma programação rígida de horário a ser veiculado, que é apresentado várias vezes ao dia, entre os programas de diferentes horários.

6) PATROCÍNIO AMERICANO: Mensagem ao vivo com horário programado, semelhante ao testemunhal, mas com horário definido e exclusivo.

7) PONTO DE VENDA: Locução ao vivo direto do estabelecimento relacionado a propaganda, muitas vezes coloca o funcionário, gerente ou mesmo um cliente no ar. Promove sorteios e atrai a audiência para o local. O espaço negociado por inserção, com valor que varia de acordo com o horário e posicionamento da emissora.

O uso da criatividade em anúncios

A criatividade na produção dos comerciais veiculados na época, conhecidos como reclames, também era uma característica que ajudava na luta por anunciantes. Frases bem humoradas já eram consideradas como bons anúncios para os clientes.

“Sente-se mal? Compre um cadeira de balanço na Casa Bela Aurora e sente-se bem...”

“Pilogênio é tão bom que faz crescer cabelos até em uma bola de bilhar.” (CASE, p.49)

Case não trabalhava sozinho, sua equipe de redatores era composta por profissionais de primeira linha como Orestes Barbosa, Luiz Peixoto e Nássara, entre outros. E foi Nássara, que em 1932 compôs o primeiro jingle da história da publicidade brasileira. O causo, como ficou conhecido o episódio que envolveu Case e Nássara foi assim: um dia, quando Case foi buscar sua esposa Graziela na escola, decidiu descer do bonde para comprar pão numa padaria em Botafogo. Quando foi comer o pão a noite, Case adorou.

No outro dia, ele foi até a padaria para convencer o português a anunciar no rádio. O proprietário não quis nem saber, disse que nunca tinha ouvido falar de nenhuma padaria que anunciasse no rádio. “Mas Case estava decidido a dobrar o português e o convenceu com a seguinte proposta: `O preço é o seguinte: vou colocar o anúncio no ar. Se o senhor gostar, paga, senão, fica de graça.”(CASE, p. 49)

Quando Nássara ouviu isso, se inspirou na nacionalidade do proprietário da padaria e compôs uma quadrinha em ritmo de fado. O primeiro jingle da história da propaganda do rádio no Brasil ficou assim:

“Oh, padeiro desta rua

tenha sempre na lembrança.

Não me traga outro pão

Que não seja pão Bragança.

Pão inimigo da fome.

Fome inimiga do pão.

Enquanto os dois se matam,

A gente fica na mão.

De noite, quando me deito

E faço minha oração,

Peço com todo respeito

Que nunca me falte o pão”.

(CASE, p. 50)

O português, dono da padaria, ficou feliz da vida com a propaganda de seu estabelecimento e fechou um contrato de um ano de publicidade com Case.

CASÈ, Rafael. Programa Case, o rádio começou aqui. Rio de Janeiro: Mauad, 1995
FONTE: RADIOFAM1B

AUTOR: MEGA MÍDIA

sábado, 29 de julho de 2017

quinta-feira, 27 de julho de 2017

AÇÕES DO MPF "FORÇAM" SAÍDAS DE POLÍTICOS DE QUADROS SOCIETÁRIOS DE RÁDIOS

As ações civis públicas movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) está começando a gerar resultados. Deputados federais e senadores que eram sócios de emissoras de rádio ou TV repassaram as cotas de sociedade para filhos, irmãos, pais e aliados políticos.

As transferências foram feitas após a instauração de inquéritos e de ações civis públicas, movidos pelo Ministério Público Federal em 2015, questionando as concessões em nome de parlamentares. A Constituição diz que deputados e senadores não podem firmar e manter contratos diretos com a administração pública ou ser concessionários de serviços públicos.

A Justiça, contudo, tem apresentado entendimentos diferentes quanto à legalidade do repasse de cotas de ações de emissoras de políticos a seus parentes. Um exemplo: o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) deu lugar à filha Giovana Barbalho na sociedade da Rádio Clube do Pará. Em junho, um juiz federal suspendeu as transmissões da emissora sob o argumento de que o quadro de sócios da empresa segue constituído por "outros membros da família".

Já em Minas Gerais, o Tribunal Regional Federal entendeu que o fato de Aécio transferir, em setembro de 2016, suas ações na rádio Arco Íris –44% do capital da emissora– à irmã, Andréa Neves, anulava irregularidades na concessão, já que ele havia saído da sociedade. O MPF recorreu e ainda não há decisão.

Pedro Machado, procurador do Ministério Público Federal em São Paulo que encaminhou 45 denúncias contra concessões a parlamentares pelo país, diz que o repasse de cotas a parentes virou um impasse jurídico. "Nós entendemos que, a partir do momento em que optou por ser parlamentar, o político tem que abrir mão dessa concessão", diz.

Entre os parlamentares que se valeram de parentes para repassar as concessões está o senador José Agripino Maia (DEM-RN), que vendeu a dois irmãos e à mãe cotas de uma rede de televisão e de emissoras de rádio no Rio Grande do Norte."Essas emissoras pertenciam ao meu pai, recebi por herança. Mas houve esse questionamento, optei por vender as ações para meus irmãos e minha mãe. Não queria prejudicá-los", afirma. O processo contra ele foi extinto.

O filho de Agripino, o deputado federal Felipe Maia (DEM-RN), abriu mão da participação em duas rádios na qual era sócio, vendendo para primos. O senador Tasso Jereissatti (PSDB-CE) e os deputados Beto Mansur (PRB-SP) e Domingos Neto (PSD-CE) também repassaram as ações de emissoras de rádio e TV para parentes. Os dois primeiros para os filhos, o segundo para o pai.

Além da rádio de Jader e Elcione Barbalho, outras duas emissoras foram temporariamente suspensas por meio de decisão liminar. Em 2016, a AM Show, de Jardinópolis (SP), que teve o deputado federal Baleia Rossi (PMDB-SP) como sócio, foi retirada do ar.


O deputado contesta a decisão alegando que vendeu sua participação na rádio para o irmão em 2015, quando assumiu mandato de deputado. No mesmo período, também foi retirada do ar a rádio Metropolitana Santista, de Santos, do deputado federal Antônio Bulhões (PRB-SP).

Apesar das contestações judiciais, há políticos que continuam no quadro societário de rádios e TVs. Eles alegam que as restrições seriam apenas para exercer cargos executivos na direção das empresas.

Há três ações sobre o tema em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal). Duas pedem a inconstitucionalidade das concessões de rádio e TV para qualquer político com cargos eletivos, não só deputados federais e senadores.

Outra, proposta pelo governo Michel Temer (PMDB) em dezembro de 2016, pede a suspensão de todos os processos envolvendo concessões de parlamentares com mandatos e das liminares que interromperam a transmissão de rádios e TVs até o julgamento final dos casos.

Segundo o governo, o direito à liberdade de expressão é soberano e a legislação eleitoral já tem mecanismos para coibir o abuso de poder nos meios de comunicação. O pedido foi indeferido pela ministra Rosa Weber, mas, devido a um recurso, o caso permanece inconcluso.

Com informações da Folha de S.Paulo
AUTOR: MEGA MÍDIA

SAIBA QUAIS AS RAZÕES PARA REJEITAR A LIBERAÇÃO DE PROPAGANDA PAGA NAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS?

Tramitam no Congresso Nacional diversos projetos de lei que autorizam a veiculação de publicidade paga pelas rádios e TVs comunitárias.

Um deles (PLS 27/2016), de autoria do senador Hélio José (PMDB-DF), permite a veiculação de três minutos de propaganda por hora nas emissoras comunitárias. O projeto está em análise na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, sob relatoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO).

A ABERT afirma que a possível liberação da propaganda para emissoras comunitárias desvirtua o mercado de radiodifusão. O diretor geral, Luis Roberto Antonik, ressalta que o processo para obtenção de outorga de funcionamento de uma rádio comercial é demorado, burocrático e caro; já a licença para operar uma rádio comunitária é sumária, simplificada e gratuita.

“Diante das dificuldades, o “empresário” opta pela maneira mais fácil de obter a licença e aceita as limitações impostas, como área de cobertura e restrições de operação comercial. Uma vez que a emissora está em operação, ele procura o Legislativo para mudar as regras, pedindo aumento de potência e possibilidade de veicular publicidade”, disse.

O Brasil tem hoje quase 6 mil emissoras comunitárias. De acordo com Antonik, a ABERT não é contra essas rádios, mas “jamais aceitará que emissoras comunitárias sejam equiparadas às comerciais”.

“Se o detentor da rádio comunitária quer veicular propaganda, explorando o negócio economicamente, deve buscar uma concessão de uma rádio comercial” justifica ele.

“Deixar que essas emissoras possam ser exploradas economicamente é uma prova de imaturidade institucional. Se isso ocorrer, como ficam aquelas pessoas que passaram pelo rigoroso processo de obtenção de outorga e pagaram para conseguir uma rádio comercial?”, questiona Antonik.

Fonte: Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – ABERT
AUTOR: MEGA MÍDIA

CONHEÇA UMA RÁDIO DIFERENTE DE TODAS QUE VOCÊ JÁ VIU

Com ambiente clean e contemporâneo, a emissora de rádio Tempo FM 103,9 inaugurou novos estúdios recentemente em um shopping de Fortaleza (CE). 

Com a inserção de novas tecnologias e a era da comunicação digital, o ambiente traz consigo um ar futurista e bastante moderno. 

“O elemento do guarda corpo da escala representa um conjunto de feixes de luz da fibra ótica que interligam os estúdios e transmissor. 

A ideia de manter um espaço clean, cheio de dinamismo e da vibração harmônica, característica da música. 

A nossa visão é voltada sempre para o futuro e para a transformação, mantendo a liberdade de expressão,” explica a arquiteta responsável pelo projeto, Antonella Marzi.

A diretora da emissora e presidente da Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACERT), Carmém Lúcia Dummar, explica que o novo ambiente da Tempo FM “é uma oportunidade para inovar e buscar excelência no serviço de rádio, expandido pelo streaming e mídias sociais a um público local e também mais distante. 

Um espaço para facilitar o acesso e a interação entre ouvintes, comunicadores, artistas e outros players, com versatilidade entre os diversos ambientes para eventos, transmissões e streamings simultâneos”.

Os poucos elementos visuais que compõem o ambiente revelam um espaço sofisticado e bem progressista. “A busca de um design único, inspirado pelas palavras de um grande arquiteto, Ludwig Mies van der Rohe “Menos é mais”, que fez deste um princípio e fundamento de uma nova arquitetura. 

Nós queremos mostrar como o melhor resultado, “mais”, se obtém quando você produz algo (um projeto de design ou arquitetura) essencial e perfeito para as suas funções. A mesma filosofia existe na musica, no Rock, por exemplo, onde “menos é mais”. Desta forma, casamos arquitetura e música em um principio fundador do projeto”, ressalta Marzi.

Outro detalhe é que a arquitetura apresentada em forma clean, única, minimalista e contemporânea, segundo Antonella, segue o mesmo princípio do estilo dos móveis. “Nós acreditamos que um projeto precisa ser relacionado com a sua escala maior. Desta forma, um objeto (móvel) em relação com um espaço, um espaço em um edifício que se relaciona com a escala urbana de cidade”, afirma a arquiteta.

“Desde seu primeiro dia, A Tempo FM – 103,9 foi definida como uma rádio adulta contemporânea. Após meses de trabalho nasceu sua nova sede. Estamos felizes com o novo espaço e preparados para chegar cada vez mais perto de cada ouvinte, compartilhando informações e, juntos, nos emocionarmos a cada música, vibrarmos a cada conquista ou nos indignarmos com os absurdos. 

A vida é assim. Cheia de emoções. Estamos juntos para sermos companheira em todos os momentos”, disse Dummar.

Antonella é italiana e explica que esta foi a primeira rádio que elaborou um projeto. Porém ela afirma ter feito projetos similares no exterior voltados para o entretenimento, “como a Discoteca Prince, em Riccione, na Itália, o Salette Private Ristorante, em Milão”. 

A arquiteta explica que “a ReCS tem uma filosofia: cada projeto é único e não existe um projeto igual a outro desenvolvidos pelo nosso escritório. Este projeto, com este resultado foi em grande parte possível graças à uma interação e colaboração contínua com os proprietários da Tempo FM, que expressaram uma preferência pelo branco, pelo contemporâneo, por estilos musicais que tem a ver com a ambiência, e uma ideologia comprometida com a liberdade de expressão, com a pluralidade de visões (representada pelas janelas com diferentes formas),” disse Marzi.

Além do exterior, a arquiteta também possui escritório no Brasil e enfatiza que outras emissoras podem contratar os serviços da Rec Sarchitects. “Nós pegamos a filosofia de cada um e a transformamos na identidade da emissora”.

Sobre o preço, Marzi ressaltou que depende do projeto, da dimensão e do nível de envolvimento.

Fonte: Portal Amirt
AUTOR: MEGA MÍDIA

quarta-feira, 26 de julho de 2017

EM CAMPINA GRANDE (PB), JUIZ FECHA RÁDIO COMUNITÁRIA

Ao acatar uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio da Promotoria de Justiça das Fundações, o juiz de Direito auxiliar da 7ª Vara Cível de Campina Grande, Alex Muniz Barreto, determinou a suspensão do funcionamento da Fundação de Massaranduba e da Rádio Massaranduba-FM. 

A medida judicial se deu por conta da violação ao Código Civil e das finalidades estatutárias, praticada pela entidade filantrópica e pela emissora de radiodifusão, respectivamente.

No despacho, o juiz Alex Muniz Barreto determinou, também, o afastamento de sua função do gestor da Fundação de Massaranduba, Antônio Mendonça Coutinho Filho; do administrador da Rádio Massaranduba-FM, José Antônio Correia de Oliveira e, ainda, a apreensão de todos os equipamentos de radiofonia da emissora da rádio comunitária.

De acordo com a ação civil pública impetrada pelo promotor de Justiça Guilherme Câmara, as atividades da Fundação se resumiam ao funcionamento da Rádio Massaranduba-FM, cuja programação estaria servindo de instrumento para atender interesses político-partidários, em detrimento da sua verdadeira finalidade, que é a difusão de ideias e elementos culturais, de tradição e hábitos sociais, além de servir de estímulo ao lazer e recreação.

“Sem contar com sede e patrimônios próprios, ficou comprovado, através de documentos anexados aos autos, que a Fundação de Massaranduba não tinha como bancar o funcionamento daquela emissora comunitária, que estaria sobrevivendo de contribuições originárias do poder público e de publicidade patrocinada pelo comércio local, o que é vedado pela Lei das concessões de rádios comunitárias”,diz Ministério Público.

Fonte: Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária – Abraço
AUTOR: MEGA MÍDIA

EM SERGIPE, RADIALISTAS REALIZAM GREVE POR MELHORIA NOS SALÁRIOS

Após longa tentativa de negociação com o sindicato patronal, os radialistas do estado de Sergipe decretaram greve no último sábado (22). 

Durante os últimos seis meses, os representantes dos trabalhadores compareceram a oito reuniões com mediação do Ministério do Trabalho e o patronato sequer concordou com a reivindicação de 4% de reajuste mais 1% de ganho real.

Como parte da greve, os trabalhadores das rádios e televisões sergipanos realizaram na manhã do dia (24) manifestação em frente à TV Atalaia, afiliada da Rede Record no estado.

“Hoje foi uma manifestação pacífica, os trabalhadores puderam entrar na emissora sem nenhum impedimento. Mas se não tivermos a nossa reivindicação atendida, fecharemos uma emissora ainda essa semana”, declarou o presidente do sindicato dos radialistas, Alvanilson Santana.

Além de lutarem pelo aumento salarial, nesta campanha de 2017 os radialistas também exigem o verdadeiro cumprimento de acordos firmados anteriormente, como o pagamento de vale alimentação, que não está sendo feito na TV Atalaia.

Fonte: FITERT – Federação dos Radialistas
AUTOR: MEGA MÍDIA